Kleina reforça necessidade – e vontade – de vencer o CRB: “Teremos que ser fortes e fazer de tudo”

Foto:PontePress/DiegoAlmeida

 

A Ponte Preta chega a Campinas na tarde desta quarta-feira, trazendo um ponto na mala e uma grande necessidade – e vontade – de vencer o CRB na noite de domingo no Majestoso. Após o empate com o quarto colocado em Goiânia, a Ponte está a um Ponto do Z4, em uma parte debaixo da tabela totalmente embolada (a Macaca também está a um ponto do 14º e do 13º colocados), e vencer em casa será fundamental na batalha pela permanência na série B, como reforça o técnico Gilson Kleina.

“Teremos que ser uma equipe forte, trabalhar o emocional e fazer de tudo para vencer em casa, com apoio da nossa torcida. Vamos jogar com inteligência e sabedoria, pois teremos dois jogos com equipes pleiteando acesso. Acredito que a força do nosso grupo vai nos tirar desta situação, mas é trabalhar muito e focar para vencer”, afirma o treinador.

Kleina não esconde estar chateado com o empate após um primeiro tempo avassalador da Macaca, mas busca enxergar o lado bom. “Pela circunstância do jogo, o sentimento é de frustração. Antes da partida, todo mundo acharia um ponto aqui valioso, contra uma equipe lutando pelo G4, que estava trabalhando há uma semana. Mas nós estávamos fazendo grande jogo e eles acharam gols de bola parada, não conseguimos tirar nosso time de trás. Porém é um ponto que não nos dá conforto, mas mantivemos a posição e agora temos que mobilizar forte pros dois jogos que temos em casa”, diz.

O treinador completa: “Temos que pensar um jogo de cada vez, então a primeira tarefa é voltar a vencer em casa contra o CRB, é muito importante já nos reabilitarmos no Moisés na próxima rodada. E quem sabe, de repente, não temos nesses dois jogos em casa os resultados para garantir nossa permanência? Agora é ter muita competividade forte dentro de casa.”

Sobre a partida de ontem, Kleina faz uma avaliação. “Tivemos dois tempos distintos, com uma etapa inicial excelente. No segundo tempo foi muita pressão deles, não conseguíamos segurar bola no ataque, até colocamos o Camilo para desafogar e funcionou um pouco, mas infelizmente não sustentamos!”, diz.

Ele completa a análise: “O bom segundo tempo deles passa pelas trocas que o adversário fez. Sabíamos que ia entrar Alef Manga, que eles iam colocar mais gente na frente. Infelizmente tivemos um desgaste muito grande pelo lado esquerdo, e por isso tivemos que tirar Yago e Rafael, ainda que tenhamos mantido nossa plataforma. Eles só podiam chegar pelo jogo aéreo e infelizmente chegaram ao primeiro gol. Depois tivemos fatalidade que foi lesão do Richard, ficamos uns 15 minutos com uma menos e eles encaixaram o segundo.”

 

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