Macaca segue rumo a Brasília para enfrentar o Flamengo e lateral Gilson espera partida difícil no domingo, mas acredita em vitória

A Ponte Preta faz na manhã deste sábado (21) um último treino antes da partida de domingo contra o Flamengo em Brasília, para onde o elenco alvinegro embarca no final da tarde de hoje.  Para o lateral Gilson, o confronto com o time carioca será complicado, mas a Macaca tem condições de vencer. 

“Temos chances, ainda que remotas , de terminar em quarto ou quinto lugar da competição e ir para a Libertadores, mas independentemente disso, queremos terminar na melhor situação possível na competição. Restam três jogos e queremos três vitórias. Sabemos que esta partida será dificílima, vamos procurar fazer bom jogo e sair com os três pontos”, afirma.

Parte da mídia acredita que, pelo Flamengo não ter mais ambições no Brasileirão deste ano ou por estar jogando em um estádio “neutro”, a equipe adversária pode não se empenhar tanto. Gilson, porém, descarta esse tipo de pensamento. “Mesmo que Flamengo não tenha pretensão, vai querer terminar bem a competição e, apesar de ser em Brasília, acredito que terá  um estádio cheio. Podemos até ter uma pequena vantagem em relação a jogar no Maracanã, onde é sempre muito difícil, mas não fará diferença: temos que estar preparados e saber que vamos enfrentar uma equipe que vai querer vencer tanto quanto a gente.”

Em relação à derrota para o Figueirense, o jogador – que não atuou na partida por suspensão – fala sobre como foi o clima após aquele jogo. “São situações chatas, perdemos com um penal que não houve, erro do trio de arbitragem. Aí eles conseguiram sair na frente e, depois disso,  só se defenderam e não conseguimos empatar. Ficamos chateados, ninguém ficou mais chateado que a gente, e as cobranças são normais, sempre vão existir. Mas isso é passado, nosso foco é o Flamengo”, afirma.

Escola e reforço

No treino de ontem, o elenco alvinegro recebeu no CT o volante Igor Maduro, do SUB15, que recebeu da escola um prêmio acadêmico por ter conquistado notas máximas durante o ano. Os jogadores da Ponte cumprimentaram o garoto e o presentearam com uma camisa autografada, além de trocarem ideias com ele sobre escola, futebol e futuro.

“Ele tem que ser muito valorizado, tirar só dez é muito difícil, ainda mais nos dias de hoje e ainda jogando bola. Eu só me destacava muito em Educação Física, nas outras matérias era um sofrimento”, diz Gilson, com bom humor. Por outro lado, se for falar em avaliação da vida profissional o jogador não encontra tantos obstáculos nos dias de hoje.

“Não acho que posso ficar me analisando e dando nota pra mim mesmo, mas acredito que tive um bom desempenho, tanto eu quanto a Ponte fizemos um bom campeonato e continuamos fazendo neste finalzinho. Conseguimos continuar na série A e temos mais três jogos, vamos em busca de três vitórias apesar das dificuldades. Passamos de ano com boas notas, sim”, brinca.

Questionado sobre Rafael Carioca, lateral que poderá reforçar a Macaca em 2016, Gilson revela não ter referências do futuro colega. “Pra ser sincero, fiquei sabendo porque me perguntaram na coletiva do treino. Acompanho muito pouco a imprensa e redes sociais nos times em que costumo jogar. Mas estou certo que, se o Rafael vier, será pra ajudar a Ponte a ter um ótimo ano que vem, para fazermos uma equipe forte”, conclui.

 

 

(foto: PontePress/RodrigoCeregatti)

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