Gilson Kleina comemora retorno a Ponte e diz que quer consolidar história na Macaca com títulos ao clube

 

Foto: PontePress/DJotaCarvalho

Gilson Kleina falou na tarde dessa quinta-feira (23) como técnico da Ponte Preta, novamente depois de cinco anos. O treinador comemorou o retorno e quer construir um laço ainda mais forte nessa sua segunda passagem pela Macaca. “Agradeço o presidente Vanderlei Pereira e o Gustavo Bueno por todo esforço que fizeram para o meu retorno. Volto com uma motivação muito grande, com o intuito de brigar por títulos. Acho que só falta isso para consolidar uma história e se perpetuar dentro disso. Sabemos como isso é aflorado no sangue pontepretano”, disse o comandante, que já trabalha com o elenco e comanda o time diante do São Bento, domingo (26), em Sorocaba.

 

“Vi a equipe da Ponte em alguns jogos e vejo muita qualidade aqui. Falo de fora, mas agora que vou ficar próximo vamos ver o que estes jogadores estão pensando, o reflexo deles nesses dois próximos jogos. Entender o que estamos buscando nesses dois jogos na competição. Se éramos líderes e caímos para o segundo lugar, é que temos totais condições de terminar em primeiro lugar, depende só de nós. Mas temos que ver de que maneira vai depender de nós. Vamos jogar uma decisão contra o São Bento e precisamos do resultado, para não depender de ninguém. Tenho que estar com uma equipe de jogadores motivados, prontos para a batalha e para fazer a decisão e buscar o resultado. E aí sermos também fortes contra o Palmeiras e começar a viver esses jogos decisivos”, ressaltou o técnico.

 

Mais experiente após ter saído do clube em setembro de 2012, Gilson Kleina diz que vem com muita vontade de conquistar e relembra momento que descobriu o que é trabalhar na Ponte Preta. “A vontade de vencer é muito maior. Eu me lembro, quando fomos contratados em 2010, iniciamos uma reconstrução na Ponte Preta e 2011 foi um ano vitorioso, porque trouxemos o clube de volta à elite novamente. Mas no segundo jogo do ano, contra o Mogi Mirim, eu saí de camburão. A torcida já veio pressionar, porque tem uma característica diferente. Ela traz o sentimento para dentro de campo, e trouxe aquele dia. E com aquela derrota começamos a entender o que era a Ponte Preta. Mas não adianta só se doar. A equipe guerreira tem que ser pela camisa, mas também ter um equilíbrio técnico, entender que os jogadores tem que estar comprometidos com uma meta e começamos a construir essa história gradativamente. Conseguimos ganhar do São Paulo no Morumbi no meu terceiro jogo e pegamos uma sequência em que pegamos força. Entramos convictos na Série B, fizemos ajustes ao longo do campeonato e subimos com muita competência e maestria”, recordou o técnico.

 

Gilson Kleina reforçou o seu carinho, ao relatar o que sentiu quando pisou novamente no Moisés Lucarelli, como técnico do clube. “Foi criada uma família dentro da Ponte Preta. Passou um filme quando entrei aqui, porque fiz questão de falar com os profissionais do campo, da manutenção, dei um beijo na tia da cozinha, da administração, do marketing e não encontrei muita gente ainda. Vi que fizemos uma relação verdadeira. E vi no semblante e nos olhos deles que querem resgatar isso de volta. Essa é minha missão. Vou fazer de tudo. O resultado é o mais importante para que se tenha uma harmonia, uma sequência, mas quando se vem de corpo e alma, eu tenho certeza que as coisas vão caminhar”, completou.

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