Ponte treina em dois períodos nesta segunda-feira e Francis, zagueiro dos juniores, atua entre os profissionais com esperança de ser promovido

 

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PontePress/Thiago Toledo

 

Os treinos da Macaca continuam com força total. Nesta segunda-feira (30), a equipe treina em dois períodos e, para três atletas em especial, a inter-temporada tem importância dobrada. O volante José Cita Jr. (que já chegou a ser apelidado de “Elano”, mas  prefere ser chamado pelo nome de batismo) e os zagueiros Hugo e Francis Obdikawa estão trabalhando junto com o time profissional e têm esperança de serem promovidos. Para este último, é uma grande chance de mostrar seu talento.

“A comissão conversou conosco para ficarmos até o final da inter-temporada. Se formos bem, vamos continuar treinando e procuraremos ganhar um espaço no grupo. A oportunidade é muito boa. Nós trabalhamos no SUB20 para isso, para trabalhar no profissional. É muito bom conseguir essa experiência com os jogadores mais velhos e quem saber poder jogar também”, confia o atleta de 19 anos.

Francis, que também tem cidadania nigeriana, chegou a acompanhar a seleção daquele país no ano passado e já se encontrou com os atletas que estão em Campinas na Copa.  “Meu pai é nigeriano e um dia quero ter a oportunidade de jogar pela Nigéria. Para dar um orgulho para ele, apesar de ele não ter feito muito por mim, mas gostaria de mostrar isso a ele”, diz.

Se quiser chegar ao selecionado, porém, o jogador sabe que tem um longo caminho a percorrer. E os primeiros passos estão sendo dados agora, quando ele busca aprimorar suas qualidades e corrigir deficiências em busca de uma vaga entre os titulares da Macaca. “É bom estar aprendendo. Eu observo, assim como a comissão também, algumas coisas que fazia errado e busco melhorar a cada dia aqui”, afirma o atleta.

Francis também revela como foi o contato inicial com os atletas profissionais. “No primeiro trabalho o Adrianinho conversou comigo e falou para eu fazer o que eu fazia nos juniores. Que eu tinha que chegar forte, jogar da mesma forma e não ficar acanhado. Todos nos orientam, dão força e cobram quando precisam também”, diz.

Ele finaliza falando sobre uma diferença entre a base e o profissional pontepretanos que chamou sua atenção. “A força física é a maior diferença em relação ao SUB20. Os profissionais são bem mais fortes, e não podemos dar espaços senão eles se sobressaem”, explica.

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