Festa dos 113 anos: pontepretano Beto Machado vai levar o Renault Clio Zero KM pra casa

 

Ele entrou na festa como proprietário de um Fiat Uno e saiu como feliz ganhador de um Renault Clio zero km. Carlos Roberto Alves Machado, o Beto, foi o felizardo dono do ticket 00498, sorteado pelas mãos do zagueiro Wescley durante a festa dos 113 anos da Macaca (clique aqui para ver fotos do evento). Dentre as mais de mil pessoas presentes, o carro seguirá – em janeiro – para a garagem do técnico de antenas que atualmente trabalha na Câmara Municipal de Campinas.

 

“Fui pra perto do palco e quando o Edu Pinheiro começou a falar os números eu nem acreditei. Primeiro ele perguntou quem tinha número ímpar e como o meu era par achei que não era eu. Aí ele revelou que não era ímpar e começou a fazer aquela brincadeira para revelar o ticket. Foi uma emoção só”, conta.

 

 

Sem afirmar qual era a sequência, Edu Pinheiro usou o número das camisas de atletas famosos da Ponte para dizer qual era o numeral sorteado. “Ele falou que tinha o número do Marco Aurélio e eu sabia que era 8, então fiquei animado. Daí falou o do William e eu também tinha o nove. Mas quando falou que outro numeral era o da camisa do Polozzi eu fiquei na dúvida, não lembrava se era o três ou o quatro. Quando ele disse que era o quatro e que a sequência era 498 eu pulei como se tivesse feito um gol, foi demais. Minha esposa só viu que era eu quando já estava lá em cima no palco”, relembra.

 

Beto conta que era TC10+ e acabou sendo obrigado a deixar o programa quando a esposa quando perdeu emprego. “Mas espero voltar a ser TC10+ em breve, assim que a situação financeira melhorar, porque gosto de estar junto ali no campo, mesmo tendo TV a cabo em casa. Gosto de ir no Majestoso pela emoção”, afirma.

 

 

O sortudo conta que é pontepretano desde os oito anos de idade. “Viemos de Minas Gerais e meu pai me levou em um dérbi, no Brinco de Ouro. Quando entrei ali e vi a torcida da Ponte, imensa, vibrante, entrando no estádio e enchendo tudo, cantando, pensei: este é o time pro qual vou torcer. E sou apaixonado pela Ponte desde então.”

 

Paixão que inclusive passou para a filha Natália. “Ela também é fanática, já foi a Florianópolis, a Brasília, a um monte de cidades acompanhando o time. Agora está na faculdade, então não consegue ir tanto quanto antes, mas ama a Ponte demais”, diz o pontepretano que, graças ao amor pela Ponte, em breve vai desfilar de carro novo pelas ruas da Vila União.

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