Busto que eterniza Dicá ficará no Salão Nobre do Majestoso; ex-atacante Chicão recebeu título de cidadão pontepretano e diversos atletas – como Polozzi, Oscar, Dadá Maravilha e Gigena – abrilhantaram a festa dos 116 anos

Fotos:Pontepress

O ponto alto da festa dos 116 anos da Ponte Preta (realizada na última sexta, dia 5 de agosto) foi, sem dúvida, a homenagem a mestre Dicá, ídolo maior da Macaca, com 581 jogos e 154 gols anotados com a camisa alvinegra. Além da camisa personalizada e dois vídeos – um produzido pela PonTV e outro, um teaser do livro de Stephan Campineiro e André Pécora que será lançado em breve (veja mais abaixo)  o camisa 10 recebeu no palco um presente que foi produzido e guardado em segredo até aquele momento, a sete chaves: um busto de bronze, que ficará no Salão Nobre do Majestoso.

Na placa que será colocada no pedestal, estão os seguintes dizeres: “A Associação Atlética Ponte Preta eterniza o nome de Oscar Sales Bueno Filho, o mestre Dicá. Sua paixão pelo clube, fibra e talento inigualáveis com a camisa 10 contribuíram para engrandecer nossa história centenária.  Ao mestre Dicá todo nosso respeito, orgulho e admiração.”  

“Quando se fala em Ponte Preta tudo é emocionante e eu sou tão apaixonado por este time que ultimamente procuro nem mais assistir a nenhum jogo, porque se perde eu nem durmo de noite. Agradeço demais essa homenagem da diretoria da Ponte, essa homenagem é realização de um trabalho, um reconhecimento, e não tem dinheiro nem vitória que pague. Eu só tenho a agradecer”, diz Dicá.

O ex-camisa 10 foi o grande homenageado da noite, mas não o único. Também foram entregues os já tradicionais títulos de cidadão pontepretano, que são anualmente concedidos a pessoas e organizações que notoriamente amam o time ou, de alguma forma, contribuíram para o engrandecimento da Ponte com suas ações e trabalho. Em anos anteriores já receberam este título, entre outros, os torcedores Norimiti Higa, Totó, Zé Mineiro e dona Ive; os jornalistas Gustavo Hoffman, Edu Pinheiro, Patrícia Maldonado e Flávio Prado; o alpinista Rodrigo Raineri, o empresário Walter Paschoal, o político Biléo Soares e, in memoriam, o patrono Moisés lucarelli e Migué do Carmo, primeiro jogador negro do Brasil.

Na noite da sexta, foram premiadas as irmãs Dalva e Luiza Volta, que receberam a placa de homenagem das mãos do presidente de honra Sérgio Carnielli e do diretor de futebol de Base Francisco Alvarenga. “Elas estão presentes em todos os jogos da Ponte e dão atenção especial às crianças que são o presente e o futuro da Macaca. São duas apaixonadas pelo time que conhecem o estádio como as palmas de suas mãos e são conhecidas e reconhecidas pelo empenho e amor que dedicam à ponte. como estão sempre juntas, é até difícil falar em uma sem falar da outra”, ressaltou o mestre de cerimônias Flávio Prado.

O outro título de cidadão pontepretano foi concedido ao ex-atacante Chicão, que foi vice-artilheiro do Campeonato Paulista de 1983, ao lado de Sócrates, marcando 21 gols com a camisa da Macaca. Em seis anos de profissional pela Ponte, Francisco Carlos Martins Vidal chegou à marca de 105 gols e foi convocado para a seleção brasileira olímpica de 1984, com a qual ganhou a medalha de prata. O atleta recebeu a honraria das mãos do prefeito Jonas Donizete e do co-diretor de Marketing Eduardo Porto.

Vale destacar ainda, entre as diversas atrações da noite, o espetáculo dado pelas mascotes da Ponte. A Macaca e sua família fizeram um belo espetáculo de street dance, arrancando aplausos dos quase mil presentes na festa. 

 

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