Ex-treinador e atleta da Macaca, Nenê Santana assume o cargo de auxiliar técnico fixo da Ponte

Zagueiro dos bons, com seis convocações para a Seleção Brasileira (cinco  delas enquanto jogava na Ponte, feitas por Telê Santana), coordenador técnico e treinador da Macaca em 2004 e 2005. Esse é um pequeno resumo do currículo de Nenê Santana, que acaba de ser contratado pela Ponte Preta como novo auxiliar fixo do time a partir de 2022. “A Ponte me deu tudo que tenho, foram mais de 15 anos, mais de 250 jogos.  Quero passar pros jogadores que aqui é um lugar especial, tem um comportamento diferente, vibração e entusiasmo redobrados. Tem que  ter coração e vibração, mas ao mesmo tempo jogar com a cabeça”, diz Nenê.

Ele ressalta que está muito animado para exercer a nova função e promete dedicação total ao time alvinegro. “Minha expectativa é muito grande e creio que posso ajudar muito com minha experiência e conhecimento de Ponte Preta. Sou um cara tranquilo, ponderado, e estou certo que posso colaborar com um trabalho honesto e aberto, inclusive tendo muita transparência com nossa torcida e com a imprensa”, afirma.

 

 

Nascido em Rincão (SP), no dia 17 de julho de 1957, José “Nenê” Luiz Santana começou a carreira nas categorias de base da Ponte Preta, em 1973. Quatro anos depois, profissionalizou-se na Macaca, onde sagrou-se vice-campeão paulista em 1977, 79 e 81. “Como jogador, minhas memória inesquecíveis são da campanha de 81.  No Paulista conquistamos o primeiro turno com uma vitória no dérbi com o Moisés Lucarelli lotado. No Brasileiro, ficamos em terceiro depois de ser eliminados nas semi contra o Grêmio em dois jogos: perdemos em casa, mas lá ganhamos no Olímpico com mais de 100 mil pessoas. Só não seguimos porque eles tinham o melhor saldo de gols”, relembra.

Depois de se aposentar, Nenê começou a atuar como coordenador/auxiliar técnico de Marco Aurélio Moreira em 200, no Vitória. Depois passou pelo Cruzeiro (com o qual foi campeão brasileiro), Palmeiras, Pnte Preta, depois Cruzeiro e Ponte mais uma vez. “Aqui fiquei como auxiliar até 2004, quando o Marco saiu e fiquei no lugar dele. Foram 33 jogos, até 2005, e o momento marcante foi a estreia, porque não esperava dirigir um time que gosto tanto como a Ponte, mas o próprio Marco Eberlin, hoje presidente eleito, apostou em mim”, relembra.

 

 

Nenê Santana conta que estreou bem, ganhando do Fluminense por 1 a 0. “E naquele início já vencemos também o Internacional, jogando em Porto Alegre, e o Vitória na Bahia”, diz ele, que também foi auxiliar e técnico no Sertãozinho e coordenador do São Caetano.

“O Nenê é um profissional experimentado, que sabe tudo de Ponte Preta.  Vinda dele como auxiliar com certeza é uma ótima notícia e vai trazer muitos frutos para o time e a instituição”, afirma Eberlin.

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