Estreando na defesa menos vazada do campeonato, Roberto garante: tenho a confiança e a responsabilidade de manter esta marca

Nos nove jogos em que a ponte Preta disputou, foram apenas seis gols tomados, o que garante à defesa alvinegra o título de melhor do campeonato.

Pela primeira vez no gol pontepretano neste ano, o goleiro Roberto está preparado para a missão de ajudar a Ponte a continuar sendo a menos vazada e, no que depender de empenho, manter a pecha de defesa menos vazada.

"O fato de termos a melhor defesa do Paulista me dá confiança e também responsabilidade, pois tenho que fazer minha parte para manter esse bom desempenho. Dizer que vou pegar tudo ou que não vou pegar nada é algo que não posso prever, mas o que posso garantir é que vou entrar com muita vontade e dedicação para buscar a vitória", afirma o arqueiro, que substitui Edson Bastos em virtude de uma inflamação no pulso do titular.

Trabalhando forte desde a pré-temporada, Roberto espera substituir à altura o amigo Edson. "Ele é uma pessoa ímpar, temos uma amizade e um respeito mútuo muito grande, mas não posso escolher oportunidade, tenho que estar preparado para isso. A partir do momento em que estou indo pro banco, já reúno condições para jogar. Então estou preparado é só ir para o campo entrar e jogar, que é a única coisa que eu sei fazer na vida: jogar futebol", diz.

Lembrado por alguns repórteres durante à semana de que "deu sorte" em todas as partidas que atuou com a camisa alvinegra, Roberto responde em tom brincalhão. "Dou sorte há quinze anos (rs). Na verdade, tenho que dar o melhor que tenho a cada chance, trabalho para isso e é o que vem acontecendo. Espero que não seja diferente em Lins."

Famoso por falar o tempo inteiro com os companheiros em campo, muitas vezes chamando a atenção de um ou outro com gritos, Roberto garante que não irá competir com o capitão Cléber nesta "função", que o zagueiro costuma desempenhar desde que entrou no time.

"Deixa o Clébão falar que ele já está no ritmo… Mas na hora em que o juiz apitar, começa o processo e vou fazer o natural que faço a vida toda, a situação de jogo é que vai dizer se eu vou precisar falar alguma coisa ou não", conclui.

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