Emoção marca “Encontro de Gerações” no Majestoso em jogo realizado na manhã deste sábado

Fotos: PontePress/DiegoAlmeida

 

De crianças a idosos, centenas de pessoas encararam o forte sol desta manhã de sábado (11) para prestigiarem os mais de 30 ex-jogadores da Macaca no jogo comemorativo “Encontro de Gerações”, realizado no Majestoso. O evento – que ocorre com apoio da Diretoria Executiva da Ponte Preta – foi marcado pela emoção que começou com hino nacional, seguido pelo hino da Ponte Preta cantado à capela por jovem autista. Na sequência, a viúva do ex-atleta Eugênio Mexerica recebeu as homenagens dos Masters.

Realizado o ato de abertura e os times no gramado, o público pôde acompanhar de perto toda a categoria e habilidade de Macedo que de fora da área marcou um belo gol logo no começo do jogo. Pôde ainda conferir as grandes defesas do goleiro Nilton e a classe única de Polozzi em sair jogando, mesmo rodeado pela forte marcação. “Eu sempre digo por aí que futebol a gente nunca esquece e, pelo contrário, aprimoramos cada vez mais com o passar dos anos”, conta Polozzi.

O eterno defensor alvinegro ainda faz questão de registrar a gratidão ao time. “Jogar aqui é uma emoção muito grande parece que estamos revivendo o passado. E o Majestoso é sempre muito magnifico. Eu comecei a minha vida futebolística aqui. A Ponte Preta me deu a oportunidade, eu agarrei e graças a Deus fiz o meu nome”, diz.

O ex-jogador Macedo relembrou o período difícil vivido com a pandemia e a felicidade do reencontro. “Muita alegria em poder voltar a encontrar os amigos. Graças a Deus as coisas estão voltando ao normal e isso é muito emocionante. Além de voltar e marcar um belo gol”.

O ex-treinador Jair Picerni esteve presente e relembrou como era o dia a dia no estádio alvinegro. “Aqui tem história que não acaba mais. Nosso ambiente aqui sempre foi fantástico e isso predominava para que sempre pudéssemos fazer sempre bons jogos, além da disciplina e respeito. Aprendi muito aqui”, diz Picerni, ao lado do ex-zagueiro Oscar.

“Na nossa época o clube era dono de nosso passe. Então, ficávamos seis, sete anos jogando juntos. Isso facilitava muito, pois conhecíamos muito o nosso companheiro de trabalho”, relembra Oscar, comparando com o modelo de futebol atual.

 

 

Os torcedores alvinegros ainda puderam acompanhar Luiz Henrique, Alexandre Alves, Odair, Macedo, PC, Elivelton, Ricardo Almeida, Moacir, Osvaldo, Ailton Lira, Robson, Brinda, Márcio Luiz, Léo, André Cruz, Chicão, Heitor, Gringo, Toninho Oliveira, Nilton, Juninho Fonseca, entre tantos outros.

“Mais um grande evento proporcionado pela Ponte Preta e eu só tenho a agradecer. Muitos nomes famosos e não famosos, mas isso não importa. O importante foi a festa muito bonita. A torcida compareceu e foi só alegria. O ano que vem teremos uma nova grande festa”, agradece e antecipa Dunga, coordenador do futebol master.

Presidente da Faculdade dos Palmares assiste à partida

Entre  os muitos pontepretanos que acompanharam a partida dos ídolos alvinegros nesta manhã de sábado estava o advogado José Vicente, reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares e integrante do Conselho Editorial do Jornal Folha de São Paulo.

Acompanhado do sogro, que é pontepretano doente, o reitor assistiu à partida e se encontrou com o presidente Sebastião Arcanjo e os integrantes da diretoria alvinegra, que também estiveram no estádio nesta manhã.

“Para Ponte é sempre um prazer receber os torcedores no estádio e, no caso do Zé Vicente, um prazer dobrado por se tratar da visita de alguém que luta pela igualdade racial ao time que é a primeira democracia racial do  futebol brasileiro”, diz Tiãozinho.

Zé Vicente ainda ganhou uma camisa alvinegra quando foi conhecer a 1900mais, loja oficial da Macaca no Majestoso.

 

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