Elenco faz último treino antes de enfrentar Coritiba; Roberto enfatiza que equipe busca uma sequência de vitórias e fala sobre importância do atleta valorizar a camisa que veste

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A equipe da Ponte Preta faz na tarde desta terça o último treinamento antes de enfrentar o time do Coritiba, amanhã (16), no Moisés Lucarelli. Apesar do momento difícil, o goleiro Roberto segue com esperanças que o time vai superar essa fase. “Está complicado. Nós ganhamos, buscamos os resultados e na hora de encaixar a sequencia a coisa não vai. Foi assim contra o Botafogo, buscamos a vitória lá e depois perdemos para o Náutico em casa. Temos que trabalhar, esperar o momento até que essa sequencia de bons resultados, como duas ou três vitórias seguidas aconteça. Tenho fé que até o fim do campeonato isso aconteça e as coisas darão certo”, diz Roberto.

Ele reforça falando que o time tem jogado bem. “Em relação à sequencia, nós ficamos tranquilos, pois estamos fazendo o que é para ser feito. O resultado não está vindo, porque estamos pecando em alguns momentos que estão nos tirando os resultados. Eu preferiria estar jogando mal e ganhando os jogos. Em contrapartida isso dá esperança porque estamos desempenhando bem e buscando isso, que é o mais importante”, afirma Roberto.

O goleiro também fala sobre o adversário desta quarta-feira e alerta em relação à partida diante do adversário paranaense no primeiro turno, quando a Macaca foi superada pelo placara de 4 a 3. “O Coritiba é um adversário direto. Temos que buscar a vitória. O primeiro jogo lá em Curitiba jamais poderíamos ter nos exposto como aconteceu. Se tivéssemos nos fechado um pouco mais e usado o contra ataque conseguiríamos pontos lá. Como nós achamos que deveríamos ir para cima e buscar mais gols, tomamos a revirada do placar. Muitas partidas aconteceram jogos que perdemos quando elas estavam em nossas mãos”, diz.

O arqueiro ressalta ainda aspectos positivos no grupo, como os atletas que estão subindo da categoria de base. “Temos que buscar coisas positivas. Algumas coisas estão dando certo. O Alef entrou e está desempenhando bem, isso é bom para o futuro. O Rafael Ratão tem entrado e correspondido. Isso tem ajudado bastante porque futuramente para o clube pode gerar receita, com atletas formados na base. É importante ter jogadores que sabem a história do clube e na hora que entrarem em campo honrarem o nome do clube. Que saibam onde estão pisando e defenderem com unhas e dentes”, explica.

Ele reforça seu pensamento ao falar do seu surgimento no futebol e o quanto se esforça ao vestir a camisa da Ponte Preta. “Eu me criei no Criciúma. Lógico que quando comecei a jogar lá, entrava em campo e era como se estivesse defendendo a honra da minha família. Mas isso eu levei para minha carreira. Todas as camisas que vesti eu procurei ver a história e honrar a camisa. É isso que os atletas da base tem que fazer. Mas quem vem de fora tem que fazer também. Todas as instituições tem uma história e ela tem que ser honrada. Muitos jogadores de nome usaram essa camisa da Ponte Preta e nós que estamos vestindo agora temos que representá-la”, afirma.

O goleiro finaliza falando sobre a sequência de partidas que a Ponte tem pela frente. “Eu digo que os quatro próximos jogos são decisivos. Vamos enfrentar Coritiba, Fluminense, Vasco e Criciúma. Conforme for essa sequencia vamos ver o que vai acontecer no campeonato. Vai ser um divisor de águas após esses jogos”.

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