Para Eduardo Baptista, Ponte teve bons momentos diante do Coritiba e resultado não reflete o que foi jogo; treinador mostra confiante em segundo turno ainda melhor no Brasileiro

 

Foto: PontePress/FábioLeoni

Após o confronto diante do Coritiba, o técnico Eduardo Baptista avaliou o desempenho da equipe. Para o treinador, a derrota de 3 a 1 para o time paranaense não reflete o que foi a partida. “Criamos algumas situações. Tivemos um primeiro tempo melhor, um segundo tempo, até tomarmos o segundo gol, também melhor, mas depois demoramos uns dez minutos para nos reencontrarmos. Acabamos o jogo em cima do Coritiba, criando chances, mas infelizmente tomamos os gols. O placar de maneira nenhuma reflete o que foi o jogo, mas futebol é assim. Também temos que explicar esse tipo de derrota”, diz o técnico, que lamentou a falta de mais gols.

 

“Estávamos seguros na marcação e com uma saída muito rápida, principalmente com o Maycon e do Galhardo, que sem as bolas eram dois meias. No primeiro tempo funcionou e no segundo tempo também, mas faltou fazer os gols. Criamos oportunidades, mas o Coritiba foi mais feliz e o que vale é o resultado”, afirma Eduardo, que destaca o goleiro rival. “Nos últimos 15 minutos o goleiro do Coritiba foi o grande nome do jogo. Fez grandes defesas e isso foi determinante para o placar”, avalia.

 

Eduardo ressalta que a Ponte foi para Curitiba não para se defender, mas sim buscando o placar positivo.“Muitos vêm para Coritiba querendo jogar atrás e a Ponte veio com a proposta de jogar. Envolvemos o Coritiba no campo deles. O adversário poucas vezes entrou no nosso campo. Tentaram bolas longas, mas elas estavam bem marcadas e destaco os zagueiros que foram bem. É muito difícil marcar o Kazim e o Kléber. Eu enxergo uma partida corajosa. Destaco as ausências de cinco jogadores, mas quem tem entrado tem dado conta, embora o placar não tenha sido o que esperávamos”, comenta.

 

Sobre o trabalho até o momento no clube e o encerramento do primeiro turno do Brasileirão, Eduardo reforça a evolução da Macaca ao longo do campeonato.  “Todos davam que a Ponte era um time que iria cair. Quando assumi o time, a Ponte Preta estava sendo escorraçada em Campinas e hoje tem uma campanha sólida. Tem alguns defeitos? Toma muitos gols? Erra passes? Com certeza. Mas é uma equipe em evolução, corajosa, que vem aqui no Couto Pereira e propõe o jogo. Já vim aqui em Curitiba com outras equipes e tomei sufoco, atrás, 90 minutos marcando. A Ponte veio para cá com uma equipe jovem e mostrou qualidade. O Carpegiani corrigiu sua equipe nós temos que trabalhar para melhorar. Estamos em um trabalho constante de observações. Há falhas a e acertos e estamos buscando dar confiança ao sistema. Esse é o ideal que queremos dar para o segundo turno”, revela o comandante, que acrescenta.

 

“A equipe que começou o campeonato é diferente desta que está terminando o primeiro turno. É uma equipe em formação. A perfeição talvez ano que vem. Buscamos evoluir para chegar em uma boa colocação mais à frente. Se repetirmos a pontuação, fecharemos com 54, sendo que temos um jogo a mais em casa do que no primeiro turno”, completa.

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