Eduardo Baptista mostra confiança na equipe para jogo contra o Botafogo nesta quinta (4), lamenta erros de arbitragem pontuais, mas vê Ponte em evolução no Brasileiro

 

Foto: PontePress/FábioLeoni

O técnico Eduardo Baptista já tem a idéia definida de time da Ponte, para o confronto contra o Botafogo/RJ, na noite desta quinta-feira (4), no Moisés Lucarelli. A dúvida ainda fica por conta da vaga de Clayson, que está suspenso e não enfrenta os cariocas.

 

“Perdemos o Clayson, que é um jogador importante. Tem um papel fundamental, tanto na parte ofensiva, quanto na defensiva. Tentamos com algumas variações, tentar suprir essa falta. Temos essa dúvida. O time está definido, mas testamos algumas formações”, revela o técnico, que em contrapartida, tem a volta do lateral-esquerdo Reinaldo.

 

“O Reinaldo é um líder da equipe e conquistou isso. É um cara muito querido e respeitado dentro do vestiário, no campo e pelos adversários. É importante a volta dele, pois ganhamos uma confiança a mais, embora o Breno Lopes tenha estreado bem, bastante consistente. Mas o Reinaldo volta, tem sido decisivo em alguns jogos e é importante seu retorno”, afirma.

 

Para Eduardo, apesar de gostar de manter uma equipe base, mudanças não são descartadas.  “Buscamos sempre o melhor momento de cada um. Isso vai desde o goleiro ao ponta esquerda. Estamos atentos a tudo isso e estamos no dia a dia analisando a parte técnica, assistindo os lances e quando necessário haver mudanças, no nosso entendimento, faremos em qualquer posição”, explica o técnico, que também fala sobre o que a Ponte pode melhorar e os cuidados com a arbitragem.

 

“A grande lição é primeiro ficar atento às bolas paradas. A Ponte foi muito prejudicada no Campeonato Brasileiro em lances pontuais e temos que ficar atentos a isso. Infelizmente temos que jogar marcando a arbitragem. Temos que manter o trabalho, a convicção, sabendo que estamos no caminho certo, mas com ajustes que devem ser feitos. A Ponte vem em evolução e nos últimos dois jogos foi terrivelmente prejudicada. Não gosto de falar de arbitragem, mas foram pontos chaves. É difícil lidar com isso. Errar é humano, mas só estão errando contra nós. Não podemos nos abalar com a derrota, olhar para a performance, manter o trabalho e não desviar o foco”, completa.

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