Eduardo Baptista confia no trabalho para conseguir rápido mais entrosamento e equilíbrio no time da Ponte Preta

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PontePress/ThiagoToledo

Apesar de ter saído na frente do placar contra o Santos na noite desta quinta-feira (25) no Majestoso, a Ponte Preta acabou levando a virada no final da partida. O treinador Eduardo Baptista analisou o jogo e prometeu buscar o equilíbrio da equipe recém-montada.

Nós cansamos e eu precisei mexer no meio para conter o Santos, mas não deu o resultado esperado. Depois do empate a Ponte cresceu, começamos a jogar, criamos algumas chances, espaçamos um pouco e aí perdemos a segunda bola. O Santos é muito reativo, se aproveitou disso e chegou ao segundo gol. Tivemos falhas na parte técnica e na parte tática. Temos que corrigir, domingo já tem jogo novamente. Temos que dar moral aos meninos, eles não deixaram de lutar: brigaram, buscaram,  foram aplicados. Nós somos um time em construção, estamos juntos há 20 dias, com alguns meninos da base que ainda não estão acostumados com jogos de quarta e domingo. Eles sentem fisicamente, é um outro ritmo. Temos tentado acelerar para que as coisas aconteçam. E nós vamos acertar”, prometeu.

O treinador falou sobre as críticas após a segunda derrota no Moisés Lucarelli. “A responsabilidade continua sendo minha. A realidade da Ponte Preta é muito cruel. São jovens que se mostraram bem, a gente sabe da pressão, apenas peço que façam o que eu estou pedindo e as críticas eu absorvo, sou mais velho e calejado. E para eles é dar tranquilidade para continuar o trabalho. Nós fizemos um bom primeiro tempo, encaramos de igual pra igual, poderíamos ter feito o segundo gol, mas agora é equilibrar essa equipe para que possa render os 90 minutos bem”, explicou.

Baptista falou em buscar o equilíbrio o quanto antes no Campeonato Paulista. “A gente busca o time ideal o mais rápido possível. Agora dizer o quanto vai acontecer isso é difícil. Temos 11 jogadores que se conheceram aqui. A gente precisa corrigir e arrumar para conseguir o nível desejado. Já entramos no Paulista em alerta, sabíamos que o início da Ponte era muito duro contra Corinthians e Santos. A gente busca encaixar o mais rápido possível”, finalizou. 

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