Eduardo Baptista avalia equipe da Ponte após jogo contra o Grêmio e acredita que empate seria resultado mais justo

Crédito obrigatório: PontePress

 

O técnico Eduardo Baptista avaliou a equipe da Ponte, após o confronto contra o Grêmio, em Porto Alegre/RS, onde a Macaca saiu com a derrota pelo placar de 1 a 0 nesse domingo (5). Para o treinador, seus comandados foram guerreiros e não mereciam ter perdido com o gol adversário no último minuto da partida.
 

 “O Grêmio não criou, não conseguiu entrar. Nós corremos quase 40 minutos com um jogador a menos e dentro da Arena Grêmio jogar onze contra onze já é difícil. Mas a Ponte Preta foi aguerrida. No segundo tempo a grande chance real de gol foi a nossa, com a bola na trave do Jeferson. O desgaste físico foi muito grande. Tivemos alguns problemas para escalar a equipe devido a essa correria que é o Campeonato Brasileiro. Mas o empate ficaria de bom tamanho. O Grêmio teve um falso domínio, não chegou ao nosso gol em nenhum momento, apenas em erros individuais. Mas em termos de criação, que é o forte deles, neutralizamos. Mas no gol, em uma bola fortuita de longa distância, o Luan foi feliz e acertou”, explica o treinador, que apesar de lamentar o resultado, já quer time focado na preparação contra a Chapecoense.

“É triste. Você vê a briga dos seus atletas e a entrega deles. Conseguimos segurar o Grêmio. Como eu disse, o adversário não conseguiu penetrar, porque os nossos atletas conseguiram neutralizá-lo. Lutamos até o final e tomar um gol aos 49 do segundo tempo é sempre dolorido. Mas logo passa. O que fica é esse espírito de luta. Buscamos o resultado, mesmo com um a menos não nos intimidamos, e temos uma semana para recuperar quem não pode atuar nesse domingo, para jogar sábado contra a Chapecoense”, afirma Eduardo.
 

Apesar de atuar como mandante na próxima rodada, o técnico não espera facilidades. “Eu vi pela imprensa gaúcha que todos davam como favas contadas o jogo contra o Grêmio e nós endurecemos. A concentração tem que ser mesma em casa e fora. É claro que em Campinas temos a nossa torcida, teoricamente sente mais a vontade, mas dentro ou fora, as dificuldades são as mesmas. E a equipe tem que se impor como se impôs nesse jogo”, completa.

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