Edson Bastos: vamos valorizar os pontos positivos do elenco, melhorar e conquistar

 

O goleiro Edson Bastos não tem dúvidas de que a Ponte Preta está apta para conquistar um título de grande expressão. Se isso não ocorreu no Paulista de 2013, diz, não é razão para se perder a calma e sim para que o elenco se foque, se aprimore e chegue mais longe nas próximas competições.

“O torcedor quer que título venha o mais rápido possível e nós também, mas não vamos fazer agora com que tudo esteja errado porque fomos desclassificados nas quartas de final, porque não está. Se analisarmos até o momento, o desempenho da Ponte em 2013 tem sido muito bom. Então vamos valorizar os pontos positivo e nos aprimorarmos para no futuro termos grandes conquistas e quebrarmos essa ansiedade do torcedor por um título”, diz.

Na opinião do arqueiro, agora a primeira tarefa do grupo é ter uma boa atuação contra o Bragantino, na noite de quinta. “A Copa do Brasil é totalmente diferente, fazer gol fora é essencial porque vale mais. Se não fizermos, porém, não podemos tomar e daí no jogo de volta nosso fator campo é essencial, acreditamos no nosso fator campo. Quando se tem possibilidade de definir dentro de casa, você tem tudo para seguir em frente”, acredita.

Sobre o Torneio do Interior, cuja primeira final a Ponte disputa contra o Penapolense já no final de semana na casa do adversário, Bastos garante que – independentemente de ser um título de menor expressão – é preciso garanti-lo. “Se temos possibilidade de conquistar um título, independentemente do que acham que ele vale, é importante iniciar a trajetória do clube neste ano com uma conquista. Mas agora vamos esquecer disso e focar na Copa do Brasil”, enfatiza.

Questionado pela imprensa sobre a possibilidade de um novo goleiro reforçar a equipe – o arqueiro Daniel, do Mogi, vem sendo apontado pela mídia como uma possibilidade (mas, vale lembrar, a Ponte só confirma atletas que já estejam acertados ou em vias de acertar com o time) -, o titular do gol alvinegro vê a situação com bons olhos.

“Quem chega sempre vem para somar e se ele vier serei o primeiro a exaltar trabalho dele. Continuo igual e quem chegar, não importa em qual posição, vai ser bem recebido e vamos ambientá-lo o mais rápido possível. No decorrer dos jogos, o treinador define quem entra e acho esse tipo de briga sadia. Sempre é bom ter pessoas do mesmo nível técnico: mesmo inconscientemente você se concentra mais, se cobra mais para poder jogar melhor e ser titular.”

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