Edson Bastos fala sobre a partida das quartas-de-final

No segundo tempo da partida das quartas-de-final em que a Ponte Preta foi eliminada do Paulista, ele por pouco não evitou um gol de pênalti e fez pelo menos duas defesas quase impossíveis em chutes de Alexandre Pato.  Mas, no primeiro tempo, foi duramente criticado pelos dois primeiros gols do adversário.  Goleiro que já provou inúmeras vezes que tem valor não só na primeira fase do Paulista como no Campeonato Brasileiro do ano passado, Edson Bastos fala sobre o que viveu no último domingo.

 “A cobrança existe e é natural.  As pessoas comentam e analisam, mas garanto que ninguém mais do que eu queria vencer aquele jogo e quero vencer sempre. Infelizmente isso não aconteceu no último jogo, mas temos que ter paciência e seguir trabalhando, porque para nós o ano está só começando”, pontua.

 Para o camisa 1 alvinegro, muitas vezes as pessoas não têm a noção exata da dificuldade de um lance, como o que – na opinião dele – gerou o primeiro gol do Corinthians no confronto do último final de semana. “Eu quase tomei aquele gol direto , mas consegui espalmar. Tentei tirar para lado e não consegui, daí tentei me recuperar e não deu tempo, infelizmente aconteceu.”

 No segundo gol, avalia, não havia muito o que fazer. “O Emerson foi cortando para dentro e com qualquer jogador naquela posição sou obrigado a abrir um pouco. Alguém estava na minha frente, acabei não vendo a bola e ele bateu no canto que eu estava. São coisas que acontecem, escolhi esta posição, sei que a margem de erro é pequena, não temos direito a erro. Quando você erra, a cobrança é natural.”

 O arqueiro reforça que não faltou dedicação em campo. “Procuro fazer o meu melhor e independentemente das críticas saio com sentimento de dever cumprido. Neste aspecto não acredito em falha, porque tentei fazer o meu melhor. Mas todo ser humano tem direito a erros e acertos e não sou diferente”, diz.

 Ele acrescenta que a equipe como um todo poderia ter uma atuação melhor, mas é preciso reconhecer o mérito da equipe adversária, que se impôs. “Foi uma tarde na qual não tínhamos direito a erros e eles aconteceram. Mas agora isso é passado, vamos pensar no futuro”, finaliza.

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