Macaca treina na tarde desta segunda-feira (14) e Luan, chamado de doutor pelos companheiros, vê concorrência na zaga como importante para Dado definir equipe contra a Portuguesa

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PontePress/DJotaCarvalho

A Ponte Preta faz na tarde desta segunda-feira (14) o último treinamento antes de enfrentar a Portuguesa, na noite de terça (15) no Moisés Lucarelli. O técnico Dado Cavalcanti vem modificando a equipe ao longo deste período de preparação para reestreia do Brasileiro e um dos nomes que ganharam vaga na equipe titular é o zagueiro Luan. E o jogador acredita que o treinador alvinegro vai saber escolher quem deve formar a zaga alvinegra nesse retorno às competições.

“Todos os jogadores que estão aqui na posição estão querendo essa vaga e a briga tem sido muito intensa nos jogos-treinos, nos treinamentos, mas é sadia e é algo que acontece em todos os times. O Dado vai saber qual vai ser a melhor escolha”, diz o defensor, que nos últimos treinos atuou junto com Raphael Silva, zagueiro que passou por um momento difícil no jogo contra o Mogi Mirim no Paulista, mas que vem treinando muito bem e ganhando espaço.

“Todos os jogadores já falharam. Ninguém vai jogar sempre 100% e não falhar nunca na vida. O Raphael teve episódios contra o Mogi, quando ele foi criticado, mas o importante é que ele continuou trabalhando. Nós, que acompanhamos no dia-a-dia, vimos que ele trabalha com a mesma seriedade, nunca se deixou abater por nada e vem demonstrando um excelente futebol. É um ótimo companheiro”, conta o atleta, que também avalia a volta do zagueiro Tiago Alves ao elenco pontepretano.

“Na verdade estávamos precisando de mais um companheiro ali na zaga e o Tiago Alves chega para brigar com todos nós. Independente de quem já jogou aqui ou não, acho que todos estão em pé de igualdade para disputar vaga nos treinamentos e jogos-treinos. Aquele que apresentar o melhor para o Dado vai jogar”, diz Luan.

E por falar em brigar nos treinamentos, Luan é conhecido no grupo como um zagueiro que não tem bola perdida e revela um apelido dado pelos amigos de elenco: “Doutor”. “Todos os jogadores brincam comigo dentro de campo. Falam que eu chego muito duro mesmo. Eles me chamam até de “doutor”, porque em todo treino eu opero um tornozelo. Mas é a minha característica, de marcação forte e de diminuir os espaços”, ressalta.

O zagueiro completa falando sobre as dificuldades que passou no início da busca pelo sonho de se tornar um atleta profissional. “Meu inicio foi de dificuldade sim. Minha base toda foi no Paysandu, no Norte no país, onde tem muito mais dificuldade de estrutura do que aqui no Sul e Sudeste. Na época o Paysandu estava até bem, mas eu morava em CT, quartos sem muita estrutura. Mas se passa dificuldades na vida, não só no futebol, mas em qualquer carreira, você dá mais valor e busca conseguir uma coisa melhor.”

 

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