Para Eduardo Baptista, empenho tático perfeito permitiu a goleada contra o Santa Cruz em Recife

Foto: PontePress/ThiagoToledo

Após deixar Campinas com a derrota para o Cruzeiro, a Macaca tinha dois importantes e difíceis compromissos fora de casa. O Vitória, em Salvador, seguido pelo Santa Cruz em Recife. E após duas partidas longe do Majestoso, a Ponte Preta volta com quatro pontos na bagagem, fruto de duas boas partidas. Após o empate contra o Vitória, a equipe alvinegra foi até Recife e nesta quinta-feira venceu com autoridade os donos da casa por 3 a 0, em grande atuação da equipe comandada por Eduardo Baptista. Com gols de Pottker e Felipe Azevedo, a Ponte chegou aos 17 pontos no Campeonato, a apenas três do G4. 

Para o treinador Eduardo Baptista, a aplicação tática da equipe foi perfeita e essencial para alcançar a maiúscula vitória fora de casa. “Foi uma Ponte Preta taticamente perfeita. Soube neutralizar os pontos fortes do Santa Cruz impedindo que a bola chegasse para o Grafite. Apesar de termos uma posse de bola menor que o Santa Cruz, nós finalizamos mais. Fomos mais agressivos. Chegamos com mais perigo ao gol. Foi exatamente esse o plano. Estudamos bastante o Santa Cruz”, revela. 

Após a partida, Clayson foi elogiado pela imprensa local pela atuação no confronto e Baptista destaca as virtudes do atleta. “O Clayson é jogador de desequilíbrio. Ele foi importante hoje e contra o Vitória. É veloz e tem o drible. É jovem, às vezes oscila, cabe a gente saber o melhor momento dele e aproveitar o que ele tem de bom. Ousado e cria oportunidades para a gente”. 

Em relação ao próximo confronto, o treinador acredita em um jogo pegado. Mesmo após o técnico Bauza ,do Sâo Paulo, divulgar que a equipe da capital deve vir com o time reserva devido ao foco na Libertadores, Baptista diz que a preparação não muda em nada para a Ponte Preta:

“Vamos enfrentar o São Paulo. Venha quem vier, é um time grande e de qualidade. Disciplina tática forte e como hoje jogar para frente. O campeonato é muito difícil, há momentos de oscilação e temos de ter equilíbrio. Vai ser assim até o último jogo. Aquele time que souber suportar a pressão, que souber lidar com resultados negativos, vai fazer um bom campeonato”, finaliza. 

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