De mascote do time a jogador profissional: Gabriel Venâncio fala da emoção de vestir o manto

Foto:PontePress/DiegoAlmeida
+ArquivoPessoal

Olhe bem para o destaque da foto acima, para a criança no colo do então goleiro – e hoje preparador de goleiros – pontepretano Lauro. Na época, o pequeno usava a camisa 10, mas, no último jogo da Ponte Preta, Gabriel Venâncio usou a 23. “Fiquei muito feliz,  minha família toda torce pela Ponte e tenho uma admiração enorme pelo time”, conta o meia atacante de 21 anos.

Ele conta que o pai, Ademilson Venâncio, foi um dos principais motivadores da paixão pela Macaca. “Meu pai já trabalhou na Ponte por anos, então eu praticamente cresci aqui. Como jogador comecei a jogar no Primavera de Indaiatuba, tive oportunidade de vir para cá e o professor Héilo pediu minha contratação, fiquei feliz demais por isso”, diz o jogador, que estava sendo observado no período anterior à série B e marcou o primeiro gol da Macaca em jogo-treino preparatório.

Do Primavera, Gabriel Venâncio foi emprestado para o Coritiba, onde acabou tendo duas lesões que o deixaram impedido de jogar por algum tempo – e, de volta ao Primavera, viu a carreira pausada por causa da pandemia. Porém, não desistiu e continuou treinando, até ser chamado para a Ponte.

“Fui muito bem acolhido pelo pessoal, aqui todo mundo aqui é muito profissional e gente boa. Acredito que estou evoluindo e trabalhando para conquistar meu espaço no time, de pouquinho em pouquinho eu chego lá. Estou trabalhando muito e superfeliz”, diz.

O jogador finaliza falando sobre a partida contra o Brusque, marcada para a noite deste sábado. “Será um jogo difícil, a gente sabe disso, o professor Hélio nos avisou com antecedência. Mas acredito que estamos muito focados pra que possamos fazer nosso papel e esses três pontos venham.”

Notícias Recentes

REDES SOCIAIS