Para Dado Cavalcanti, Ponte poderia ter saído com resultado melhor de Itápolis se não tivesse ficado com um a menos em campo; treinador agora pensa em substitutos para a dupla de ataque

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Apesar de a Ponte Preta ter conquistado um ponto da cidade de Itápolis, ao empatar com o Oeste por a 1 a 1 na casa do adversário, o técnico Dado Cavalcanti ficou com o sentimento de que podia ter conseguido trazer três pontos para Campinas. Na visão do treinador, a equipe foi superior ao adversário e a expulsão de Edno dificultou as coisas para que a Macaca anotasse a segunda vitória consecutiva no Brasileirão – com o resultado, o time se manteve na sexta colocação e aguarda a conclusão da rodada no final de semana.

 “O jogo estava para gente. Fizemos um jogo equilibrado, muito lutado, até pelas condições do gramado e pelas características da equipe adversária. Mas tivemos mais qualidade que o adversário. Vencíamos o jogo até perdermos um homem, o que influenciou diretamente na forma de nós jogarmos. Infelizmente, até pelo cansaço, não tinha mais como ficarmos com a bola e o adversário só cresceu nesse memomento, porque tinha um homem a mais, pois se não tivesse dificilmente sofreríamos o gol de empate”, afirma.

Por esta razão, acrescenta Dado, a sensação time após o jogo foi de insatisfação. “Pelas circunstâncias deixamos Itápolis com o sentimento que poderíamos ter vencido, mas também conscientes de que fizemos nosso melhor pelos 20 minutos que seguramos a onda com um homem a menos, sabedores que os jogadores se dedicaram ao extremo e fizeram o que podiam. Ainda tivemos dois contra-ataques para chegarmos ao segundo gol, mas infelizmente não veio dessa vez na vitória fora de casa”, lamenta.

O treinador fala ainda sobre as alterações que fez no time durante a partida. “No primeiro tempo precisávamos de um meia armador, porque o time adversário fez uma situação com três volantes e nós, com o quadrado que estávamos, acabamos perdendo o meio. Posicionei o Adrianinho um pouco mais à frente e coloquei o Léo Cittadini atrás. Pelo cansaço do Léo Cittadini, que não suportaria mais a sequência do jogo, e depois com a expulsão, eu tive que por o Alef, porque é um jogador que trabalha bem por dentro, e abri um pouco mais o Élton. E no final o Alexandro também cansou, correu muito desde o início e depois da expulsão ficou só ele como homem de frente. As duas últimas alterações foram por circunstância naturais do jogo.”

Dado agora terá mais tempo para treinar a equipe antes do próximo confronto, na terça-feira da semana que vem (20), no Majestoso. “Essa semana para treinar será fundamental. Primeiro pelo descanso, já que estamos em uma bateria forte de jogos em sequência. Teremos um tempo inicial para descansar e depois treinar, também para definir quem será nossa dupla de ataque, já que perdemos os dois homens de frente”, completa Dado, referindo-se ao fato de que, além de Edno ter sido expulso, Alexandro recebeu o terceiro amarelo.

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