Rumo ao Japão, Cristiano Nunes faz trabalho de transição com Ricardo Almeida, novo coordenador do Futebol, e ressalta: pra onde quer que eu vá, sempre estarei na torcida pela Macaca

Foto:PontePress/RpdrigoCeregatti

O nome de Cristiano Nunes é sinônimo de profissionalismo no meio futebolístico e também está intrinsecamente ligado ao nome Ponte Preta. Afinal, Nunes – que está de malas prontas para o Japão e neste mês de dezembro dedica-se à transição do trabalho  para o novo coordenador técnico do profissional, Ricardo Almeida – tem uma longa história de amor com a Macaca.

“Entrei na Ponte em 1993 e trabalhei na base até o meio de 97, período em que assumi com a Comissão Técnica da época a preparação do profissional na série B. Aí fiquei até o inicio de 2004, quando saí para acompanhar o Abel Braga no Flamengo. Depois voltei para a Ponte por um período mais curto como coordenador da Base em 2007, pois em 2008 acompanharia novamente o com o Abel para os Emirados. Passei pelo Fluminense, Inter e mais um retorno para os Emirados em 2015, até voltar pro Majestoso no inicio deste ano, ao receber um convite do presidente Vanderlei, do Sérgio Carnielli e Gustavo Bueno para ser coordenador de futebol”, relembra.

O trabalho de Nunes foi muito bem executado e despertou atenção em todo o Brasil. E fora dele também. “Na semana após o jogo contra o Botafogo, recebi uma proposta oficial do Vissel Kobe para trabalhar com do Nelsinho Baptista, com quem já atuei em duas oportunidades na própria Ponte, para assinar contrato por duas temporadas com a equipe japonesa”, conta. Muitos veículos de mídia chegaram a anunciar que Nunes iria para o Fluminense, trabalhar mais uma vez com Abel Braga, o que não procedia.

“Quando acertei com o futebol japonês, o Abel ainda não havia acertado com o Fluminense. É fato que ele me procurou depois, mas eu já havia dado minha palavra e comunicado a Ponte sobre a proposta e meu aceite. O Abel, assim como a Ponte, entendeu minha decisão”, diz. O atual coordenador técnico da Ponte Preta sai com o reconhecimento da instituição pelo bom trabalho que fez, e ele mesmo faz questão de reconhecer também o que a Macaca fez por ele.

“Tenho uma enorme gratidão por tudo que a Ponte me proporcionou. Neste ano, em especial, tive a oportunidade de trabalhar com profissionais extremamente competentes, desde a presidência até equipe técnica. Fiz inúmeros novos amigos e com aqueles já tinha laço de amizade, ele só se reforçou ainda mais. Estou me desligando do clube, mas onde quer que eu vá,  vou estar sempre na torcida pela Macaca”, afirma, emocionado.

A viagem para o Japão, porém, acontecerá apenas em 15 de janeiro de 2017. Enquanto isso, Cristiano Nunes dedica-se ao processo de transição para que o novo coordenador técnico da Ponte, Ricardo Almeida, assuma o posto com tranquilidade. “O Ricardo é ex-atleta da Ponte e há anos já vinha fazendo um trabalho competente nas categorias de base da Macaca e também frente às franquias das escolinhas. Estou certo que será um excelente coordenador do futebol profissional”, finaliza.

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