Com muita garra e correria, polivalente Chiquinho se torna peça fundamental na Ponte Preta

Jogador conquista espaço ao longo do ano e tem agradado a torcida com valentia e gols

 

Ao longo do ano, um dos atletas mais regulares da equipe da Ponte Preta tem sido o meia-atacante Chiquinho. Desde que chegou, o jogador sempre buscou mostrar muita vontade nos jogos, inclusive fazendo cobertura dos laterais e ajudando a defesa. Dos 33 jogos da Ponte no ano, Chiquinho atuou em 28, sendo 24 como titular.  O segredo? Muita garra.

 

“Para ser titular da Ponte tem que correr, batalhar a vida dentro de campo, dar o sangue. É o estilo de jogo da Ponte Preta e o que estou procurando fazer em cada jogo do clube. Vou manter esse ritmo até o final do meu contrato para ajudar o time da Ponte a seguir bem. E continuar fazendo gols, porque já tem algumas partidas que não faço e quero procurar isso de novo: já estou com saudade e meu filho até me cobrou nesse último jogo”, diz o jogador que anotou cinco gols no ano até o momento.

 

Chiquinho também se destaca pelos minutos em campo. Ao todo o jogador ficou 1947 minutos nos gramados nessa temporada. Os sete jogos do Brasileirão disputados, contado apenas o tempo regulamentar de uma partida de futebol (90 minutos), somam 630 minutos. Destes, Chiquinho atuou em 589. E ele quer mais.

 

“Não canso. Não tem que cansar. Tem que matar um leão por dia e aqui na Ponte não é diferente. O que tiver que ajudar, seja lá na zaga ou lá na frente eu vou procurar fazer mais cada dia que passa dentro de campo”, afirma o atleta, que inclusive ficou chateado com o adiamento da partida de domingo diante do Atlético-MG.

 

“É ruim esse adiamento. Mas já que temos esse jogo-treino contra o Audax (no sábado) não vai atrapalhar muito a nossa preparação. Vamos trabalhar ainda mais a parte física, para irmos ao Amazonas jogar pela Copa do Brasil e depois pensar no Santos pelo Campeonato Brasileiro”, diz o jogador que, apesar da polivalência, não esconde a vontade de atuar mais no ataque.

 

“Com certeza prefiro jogar mais à frente. É onde eu tive mais oportunidade de fazer gols e ajudar o time da Ponte Preta. Porém, por onde o professor optar por eu jogar, de lateral-esquerdo, no meio, de volante… eu estou à disposição. Mas no momento eu quero continuar jogando no ataque, é onde eu venho jogando e estou bem. Estou feliz ali e quero continuar ajudando a equipe”, enfatiza Chiquinho, que se diz cada vez mais confiante que o grupo vai brigar por coisas boas na competição.

 

“Do jogo do Náutico para o jogo do Bahia o time melhorou bastante. O estilo de jogo, a marcação, tudo o que é pedido pelo técnico, que é bastante trabalho tático. Conseguimos jogar, tivemos um pouco de falhas e no decorrer dessa semana vamos acertar para continuar bem no campeonato e somar pontos para disputar lá no topo da tabela.”

 

(Crédito obrigatório para reprodução da imagem: PontePress/Guilherme Dorigatti)

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