Com história marcante como camisa 1 da Macaca, Lauro assume a preparação de goleiros da Ponte Preta

Como goleiro da Ponte, não há quem não se lembre das grandes defesas e do gol de cabeça que Lauro fez aos 52 minutos do segundo tempo contra o Flamengo, em 2003, empatando o jogo para a Macaca no Campeonato Brasileiro. Ou do dérbi que a Ponte ganhou naquele mesmo ano: a Macaca vinha de duas derrotas em clássicos com Alexandre Negri no gol e coube a Lauro assumir a camisa um na vitória por 3 a 1, imortalizada pelo hat-trick de Dario Gigena.

Agora, com a experiência de quem defendeu as redes alvinegras em 172 partidas (somadas as duas passagens, de 1999 a 2005 e em 2012) e de outros grandes times como Cruzeiro, Atlético Mineiro e Internacional, Lauro Júnior Batista da Cruz está de volta à Ponte Preta. E com um novo e importante desafio: ser o preparador de goleiros da Macaca, casa de Ivan, Ygor Vinhas, Luan e Guilherme.

“A Ponte Preta sempre foi um grande celeiro de goleiros, revelou e teve defendendo o gol grandes nomes, de Ciasca a Waldir Peres,  Carlos, Sérgio Guedes, Aranha, Brigatti. Chego em um momento em que o elenco tem grandes profissionais nesta posição, entre eles o Ivan, que é goleiro de Seleção Brasileira, e para um lugar que vinha sendo ocupado por um profissional reconhecido, o Betão. Nem preciso dizer, então, que minha responsabilidade é enorme e darei meu máximo para estar à altura de toda essa História, com agá maiúsculo”, diz Lauro.

Para obter êxito nesta nova missão, ele pretende se espelhar nos grandes preparadores com quem já trabalhou. “Tive o privilégio de aprender com gente como o Oscar e o Flávio Tenius, quando estive no Cruzeiro, com o Marquinhos e o Maia no Internacional, e o Chiquinho, no Atlético Mineiro. E, claro, aqui na Ponte meu preparador foi o Brigatti, que além de nos ensinar no gol dividia conosco uma paixão enorme pela camisa pontepretana”, diz.

Nascido em Andradina e dono de cidadania brasileira e italiana, Lauro – que tem 1m93 – finaliza mandando uma mensagem para a torcida: “Sei por experiência própria o que é ser goleiro de um time tão tradicional e apaixonante como a Ponte Preta. Podem ter certeza que darei meu melhor para que nossos goleiros continuem a ser os melhores, honrando o time e a tradição da Macaca embaixo das redes.”

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