Capitão João Vítor cobra equipe concentrada em busca da vitória na noite desta quinta-feira (13)

 

Foto: PontePress/FábioLeoni

 

A Ponte Preta entra em campo com a necessidade de pontuar novamente pelo Brasileirão e João Vítor, capitão do time alvinegro, sabe que os esforços têm que ser redobrados diante do Vitória/BA na noite desta quinta-feira (13). “A vitória nesse jogo é fundamental, para chegarmos mais perto do nosso primeiro objetivo. Por se tratar de um jogo em casa, a Ponte tem total obrigação de fazer esses pontos. E conseguindo esses pontos, consequentemente pensar em algo maior. Mas agora temos que respeitar o adversário e dentro de campo se dedicar ao máximo em busca do resultado”, afirma o volante, que revela a cobrança interna em busca da retomada do bom futebol.

 

“Estávamos perto de chegar a um G4 há alguns jogos atrás e não conseguimos. Ficamos para trás. Agora abriu uma nova possibilidade G6. Mas não podemos focar agora nessa situação e esquecermos o nosso primeiro objetivo. Nos cobramos para pisar novamente no chão e que agora é reta final e todos estão mais focados, concentrados, e temos que entrar nesse caminho também, para conquistar os pontos que deixamos para trás”, avalia.

 

O jogador reforça que o grupo tem que se manter unido em busca dos objetivos traçados. “Todos que estão aqui se respeitam, temos os nossos objetivos e tivemos momentos difíceis como este lá atrás. Sabemos que somente juntos conseguiremos dar a volta por cima. É uma nova oportunidade e se fizermos a nossa parte em casa, melhoraremos novamente. É focar no trabalho, ter seriedade e respeito um com o outro e conquistar os três pontos nessa noite que é o mais importante”, destaca.

 

Apesar do momento difícil, individualmente o atleta lidera o ranking de passes e lançamentos pelo time da Ponte, mas reparte esse rendimento com os companheiros. “É um ano especial. Eu vim buscar aqui na Ponte justamente isso. Uma alta na minha carreira e estou conseguindo através da ajuda dos meus companheiros. Sem eles eu não conseguiria liderar esse ranking e nem estar em uma situação boa com a Ponte. Devo isso aos meus companheiros, a comissão e todo o staff da Ponte. Quando se trabalha sério e tem o respeito de todos, as coisas só tem a darem certo e é isso que tem acontecido na minha vida”, diz João, que também se mostra grato com a chance de ser capitão da Macaca.

 

“Estou aprendendo muito com isso. Sei que tem jogadores com muito mais perfil de ser capitão do que eu, como Roger, Aranha, Wellington Paulista, entre outros, mas estou aprendendo muito com isso. A ser mais profissional, de buscar coisas grandes, tanto individualmente, quanto coletivo dentro da Ponte Preta. Estou muito feliz”, completa.

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