De volta ao lugar que ama, Renato Cajá diz que vai dar vida à Ponte, e quer fazer história e ajudar os companheiros de elenco a levar o clube a um bom lugar

Crédito obrigatório para reprodução da foto:
PontePress/ThiagoToledo

Já liberado par ser utilizado nas quartas de final, caso seja esta a opção do técnico Gilson Kleina, o meia Renato Cajá foi apresentado oficialmente e deu entrevista coletiva na manhã de quinta-feira (30), ao lado do presidente da Ponte Preta Vanderlei Pereira e do diretor de futebol Helio Kazuo. Feliz e honrado em vestir a camisa do clube pela 4ª vez na carreira, o atleta projeta um excelente 2017 com essa volta ao Majestoso.

“Agradeço a confiança, mais uma vez, do presidente Vanderlei Pereira, do Helio Kazuo e do Gustavo Bueno, sempre conversamos. Poder voltar para a Ponte me deixa muito feliz. Nas minhas passagens anteriores saí por cima, pela porta da frente, e agora quero vestir essa camisa de novo, uma camisa que é tão grande no Brasil, e fazer um grande ano, grandes campeonatos. Agradeço a todos a confiança”, afirma o meia, que já treinou ontem e nesta manhã participa da última atividade da equipe, no Moisés Lucarelli, antes de enfrentar o Santos.

“Quero fazer um grande ano, junto de todo o elenco, vim para  isso. Todas as vezes que estive aqui honrei a camisa, assim como o clube honrou comigo em tudo e é por isso que eu volto. É um lugar que eu amo, que eu gosto de estar, na cidade que eu moro e me sinto muito a vontade. É isso que eu preciso. Um bom lugar, com um ambiente legal, para eu fazer um excelente trabalho e assim estender mais o meu contrato”, explica.

Ao falar do seu amor pelo clube, Cajá relembrou o  início de carreira. “Quando entro no estádio sempre me vem histórias. Eu vejo as situações que acontecem na minha vida, um menino que saiu da Paraíba, novinho. Aí fui para a Ferroviária, de lá cheguei na Ponte, em sete jogos que fiz começou a mudar minha vida, a Ponte me comprou e minha história mudou. Sou grato demais ao clube. Venho para dar a vida e fazer meu melhor pela Ponte., diz.

Ele revela que sempre acompanha a Macaca. “Acompanho o clube por onde vou, até nos meus aplicativos, como equipe principal. Ás vezes mando mensagem para o Gustavo cobrando o elenco, dizendo que fulano tinha que ter marcado o gol naquele jogo, lamentando um determinado lance, e ele dá risada. É muito legal essa relação e espero manter e até ter um momento melhor. Temos chances de levar esse título, está propício. Quem sabe eu não vim para levantar essa taça?”, projeta.

Esse recomeço no clube pode começar nessa sábado, às 16 horas, aqui no Moisés Lucarelli, onde a Macaca enfrenta o Santos, na primeira partida das quartas-de-final. Se precisar de Cajá, o atleta está disposto a ajudar. “Me sinto muito bem. Não estava jogando como titular, mas sempre estava entrando nas partidas. Estou bem, apto para jogar, tem seis dias que eu não treino por conta da mudança, mas já vou fazer a parte física, farei os trabalhos técnicos, para sábado, caso o Gilson precise, estar apto”, avalia o jogador, que gosta do que tem visto da Ponte nesse início de ano.

“É um time bem rápido. Eu sempre acompanho a Ponte. Eu sei de tudo que acontece aqui, das situações de jogo, do que é falado na imprensa e assisti ontem também. Já imagino o que fazer dentro de campo, como eu tenho que ajudar. O Kleina está com um time muito bom na mão e precisamos fazer alguns ajustes para esse jogo de sábado poder estar dentro de campo, fazer um grande jogo e sair vencedor”, acredita Cajá, que ressalta o quanto quer vencer novamente com a camisa alvinegra.

“Espero ficar marcado e encerrar minha carreira aqui nesse clube. Voltar a trabalhar com o Kleina, que é um cara especial, e o encontrei também na Bahia. É um cara genial e vamos voltar a trabalhar juntos para fazer um grande ano. Não sou salvador, só quero ajudar meus companheiros a levar o clube a um bom lugar. Vamos marcar de novo a história da Ponte”, completa.

 

Notícias Recentes

REDES SOCIAIS