Ponte treina na manhã desta quarta (26) e Renato Cajá reforça que, enquanto houver chances, grupo vai buscar o título da série B

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PontePress/GuilhermeDorigatti

A equipe da Ponte Preta continua se preparando para a última rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Os atletas treinam na manhã desta quarta-feira(26) e, mesmo com a desvantagem de dois pontos na tabela de classificação para o Joinville, o meia Renato Cajá segue confiante que o time pode conquistar a competição.

“Vamos para frente! Temos chance ainda. O time que entrar ali vai entrar para dar a vida. É o último jogo, ou é campeão ou não, depois não tem mais nada. Então vamos fazer nossa parte, tentar vencer essa última partida, passar a semana toda focados e sairmos de lá vencedores e quem sabe com o título nas nossas mãos”, diz Cajá. O Camisa 10 também aponta possíveis justificativas para a queda de rendimento do time alvinegro. Para o atleta, o fato de o time ter pego dois adversários que ainda brigam por objetivos no campeonato ajudou a dificultar.

“Não sei muito bem. Depois do jogo contra o Bragantino, nós tivemos o confronto direto contra o Joinville e perdemos. Temos lutado dentro de campo, não estamos nos omitindo e tentando muito vencer os jogos. As últimas rodadas foram duas batalhas, com adversários brigando, um para sair do rebaixamento e outro para entrar No G4. Somamos um ponto nestes dois jogos em casa e não temos muito o que dizer disso. O Guto tem trabalhado, mostrado os vídeos, a equipe tem se dedicado, mas é ter paciência. Conseguimos nosso objetivo inicial de subir pra série A e vamos em frente nesse último jogo e sem olhar para trás. É decidir nesta última partida para ser campeão”, afirma o meia.

Renato Cajá também fala sobre o próprio rendimento e admite que em alguns jogos é normal não estar em um momento tão bom, mas garante que não falta trabalho e vontade para se superar e tentar fazer com que as jogadas saiam da melhor forma.

“Estou tentando dentro das minhas possibilidades fazer o que posso. Dentro do campo tenho tentado agilizar junto aos atacantes. Mas tem jogo que não se está legal. É normal. Não é todo jogo que vou conseguir ter o mesmo rendimento, mas busco a regularidade. Busco a cada jogo ser bom no que posso fazer”, explica Cajá, que ressalta o quanto o trabalho do técnico Guto Ferreira é importante para a condução da equipe não só dentro das quatro linhas.

“Pelo técnico que nós temos, a questão de parte motivacional e psicológica não é problema. É um cara que trabalha muito bem o nosso grupo. Um dos poucos que trabalham como o Guto a parte psicológica como ele antes dos jogos. Você já sai de uma preleção motivado dentro de uma situação. Em cada jogo ele sabe levar a gente a conquistar algo e dar um passo a mais. Mas dentro de campo são os onze tentando dar seu melhor. Nós estamos bem. Focados e determinados”, completa Cajá.

 

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