Roni, Tiago, Josimar, Alexandro, Cafú, Pablo, Diego Ivo…gerente de futebol da Ponte Preta Gustavo Bueno avalia mudanças no elenco e acredita em grupo forte para a temporada 2015

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PontePress/DJotaCarvalho

Ainda em meio a definições do elenco – com alguns jogadores chegando e outros, como o atacante Cafu, em vias de uma saída inesperada – o gerente de futebol da Ponte Preta Gustavo Bueno faz um balanço da reformulação do grupo pontepretano até o momento, esclarece situações de jogadores que estão em negociação e o que projeta para o grupo nessa temporada. Para Gustavo, a equipe está sendo bem montada e a expectativa é de realizar uma grande campanha Paulista.

“Eu acredito que vamos iniciar de forma excelente o Campeonato Paulista. Creio que estamos montando um elenco forte, conseguimos manter a maioria da base, tem algumas pendências que estamos terminando de resolver. Não depende só de nós, mas dos outros clubes também, que por sinal só se apresentaram agora. Com esse processo final já podemos iniciar o Paulista podendo brigar por título”, afirma Gustavo, que conta em que pé estão algumas renovações esperadas pelo time e pela torcida.

“Em relação ao Roni e ao Tiago Alves estamos na conclusão final com os clubes e acredito que o mais breve possível haverá esta definição positiva. Já acertamos a situação do Josimar com o Inter, encaminhamos a proposta, acertamos com o atleta, falta apenas a cessão de empréstimo para que seja assinada e assim possamos oficializar. Com a saída do Alexandro para a Arábia, também vamos buscar um atacante com as características dele. É evidente que dentro do patamar que se encaixa dentro na nossa realidade, que venha agregar”, afirma.

O gerente também fala sobre a provável saída de Cafú e o quanto a Ponte receberia com a transferência. “O jogador foi trazido para a Ponte por um grupo de empresários, o time não teve custo com a vinda dele, e o retorno que a Ponte teria no contrato do Cafú era técnico: havia uma cláusula contratual estabelecendo que a partir de 2015, se houvesse proposta melhor, o grupo investidor teria o direito de o transferi-lo. Independentemente disso, a Ponte vai ter uma compensação de R$300 mil por essa liberação”, revela.

Com a saída iminente do jogador e a já consolidada de Alexandro, ambos atletas com os quais a Macaca contava para este ano, Gustavo ressalta a busca do time por reforços no setor ofensivo. “Precisamos buscar no mercado um atleta a princípio com as características do Alexandro. Estamos em discussão com a comissão técnica sobre alguns nomes, contudo não temos pressa, não vamos contratar por contratar. Até porque a Ponte Preta tem hoje seis atacantes, então com calma vamos buscar no mercado quem atenda nossas necessidades”, afirma, fazendo um acréscimo em relação a outro dos homens de frente.

“Também temos que ver a definição da situação do Rildo. Gostaríamos de permanecer com ele, pela qualidade que tem, pelo know-how, experiência, mas sabemos que tem a condição de buscar espaço em uma outra equipe, e aí pesam as condições financeiras. A Ponte está disponível para negociar, desde que seja bom para o clube, caso o contrário, ele permanece aqui”, explica.

Confiança

O gerente de futebol Gustavo Bueno enfatiza que está confiante nas contratações feitas até o momento.  “Tivemos convicção nas nossas contratações, não considero nenhuma delas uma aposta. Se os jogadores vão dar certou ou não é impossível prever, pois não estamos contratando máquinas e sim seres humanos, porém o perfil deles nos indica que sim. Contratamos atletas que já tiveram passagens pela Série A. É o caso do Dedé, que fez 26 jogos pela Chapecoense, do Diego Ivo, do Paulinho, que foi um dos destaques da Série B e procurado por vários clubes, do Pablo, que foi cogitado no Fluminense e no Palmeiras.”

Ele acrescenta que a filosofia do time é e continuará sendo não gastar mais do que tem. “Nós não podemos trabalhar com a receita menor que a despesa. Nosso planejamento é pés no chão. E temos que entender que nem sempre jogador de nome, de representatividade, vai resolver. Se pegarmos como exemplo de equipes que permaneceram na Série A, como Chapecoense e Figueirense, são times individualmente altamente competitivos, mas sem grandes estrelas. O torcedor pode ter certeza que esses jogadores que vieram para a Ponte vão nos ajudar esse ano”, afirma.

Ele finaliza enaltecendo o fato de a Ponte ter conseguido trazer jogadores cobiçados por outros clubes, com uma diretoria que honra seus compromissos. “A Ponte Preta no cenário do futebol brasileiro está entre os clubes que está conseguindo honrar seus compromissos em dia. Eu acredito que isso é um fator importante para nós. A Chapecoense queria renovar com o Dedé e nós conseguimos trazer o Dedé para cá. Fluminense e o Palmeiras tinha o interesse no Pablo e ele acabou vindo para a Ponte. Vários clubes tinham interesse no Paulinho e nós conseguimos viabilizar. O atleta e o representante vêm a seriedade do clube e acabam optando em vir para cá.”

 

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