Borges está pronto para atuar nesta quarta e quer buscar marca de 100 gols no Brasileirão

 

Crédito obrigatório para reprodução da imagem: PontePress/GuilhermeDorigatti

 

Com a suspensão do atacante Biro Biro, o treinador Guto Ferreira fica com uma vaga em aberto e uma dúvida para resolver. Quem irá ocupar aquela posição no gramado do Maracanã na partida diante do Fluminense na noite dessa quarta-feira? Um dos postulantes a titular é o atacante Borges.

“Ainda não tem time definido. Independentemente de quem começar é sempre bom todos estarem preparados mentalmente e fisicamente para ajudar a Ponte. Cabe ao Guto definir quem vai entrar e buscar fazer o melhor. Eu vi para cá com o objetivo de ser titular, mas claro que quando você assina um contrato não diz que você vai ser titular ou reserva. O Guto sabe o melhor, procuraram me segurar um pouco, para não correr o risco de ter uma lesão, já que fiquei três meses sem jogar e havia que ser feito esse período de readaptação não só da parte física, mas também técnica. Fisicamente me sinto muito bem e é mais questão de aproveitar as oportunidades. É bom para o Guto, porque tem jogadores de qualidade, mas tenho sido muito questionado na rua sobre minha condição. Agora é questão do Guto definir a hora certa de me dar uma seqüência. Estou me preparando para isso e fazer meu melhor e sei que quando tiver a minha seqüência não saio mais”, diz Borges.

Além da vontade de se firmar no time titular da Macaca, o centroavante busca uma marca pessoal neste Campeonato Brasileiro da Série A. “Tenho um objetivo de ser artilheiro e antes disso de chegar aos 100 gols no Brasileiro. Faltam seis. Ano passado tive muitas lesões e não consegui. Mas vou atrás disso e sei que tenho condições. Já fui uma vez, cheguei perto em outras e sei que uma hora isso vai acontecer. Tenho fé nisso. Apesar da vontade de marcar, o importante mesmo é ajudar. Independentemente de quem faça o gol, é claro que a responsabilidade é maior dos homens de frente, como o Diego Oliveira ou de mim, caso esteja jogando. Mas também o Cajá chegando de trás está sabendo aproveitar os espaços e fazer os gols”, comenta Borges, que fala também sobre a possibilidade de atuar ao lado de Diego Oliveira.

“O Diego Oliveira no Campeonato Paulista não atuou como referência, até porque é um jogador de velocidade. Tanto é que ele aguenta a voltar para marcar. Se pegar no Brasil atletas que aguentam fazer essa função, quem consegue fazer isso no Brasil são os que jogam pelas laterais. Tenho conversando muito com o Biro Biro e com o Felipe Azevedo, que são jogadores que atuam pelos lados. Como jogo de referência, nosso jogo tem que ser de eles tocarem e passar, para eu fazer o pivô e eles aproveitarem para fazer o gol”, finaliza Borges.

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