Meia Bida não vê a hora de estar na forma física ideal para ajudar a Macaca

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PontePress/DJotaCarvalho

 

Um dos mais novos reforços para a temporada 2014, o meio-campista Bida não vê a hora de vestir a camisa da Ponte Preta em uma partida pelo Paulistão. O atleta de 29 anos atuou por Vitória-BA, Santos e Atlético Goianiense, e quer muito voltar a brilhar no futebol com a camisa alvinegra.

“Vou disputar posição com grandes jogadores aqui na Ponte. Conheço alguns já e isso facilita no dia-a-dia para trabalhar. Espero fazer um bom trabalho e ajudar o time a conquistar os objetivos, brigar pelo Paulista e pelo acesso à Série A. Espero que possamos conseguir isso e desejo fazer aqui o que fiz no Santos. Fiz um bom trabalho lá e quero repetir isso pela Ponte”, afirma.

O jogador explica que está disposto a ajudar independentemente da posição em que o técnico Sidney Moraes optar por ele. “Jogo como meia e como segundo volante. Para mim não tem diferença. Vindo de trás ou saindo mais para o jogo, eu gosto de atuar também. Espero que eu possa ajudar da melhor maneira possível. Vou deixar o professor Sidney decidir no dia-a-dia de trabalho”, diz.

Bida também passou por um momento desagradável em 2012, ao ter sido suspenso por doping, por ter utilizado um diurético receitado pela nutricionista do Atlético Goianiense, equipe que defendia na época. “Fiquei um ano parado por causa de um erro da nutricionista. Ela acabou assumindo o erro dela, mas mesmo assim acabei perdendo o ano. Como eles falam: está no corpo do jogador, então ele é culpado. Mas passei por cima disso, superei e espero ter um bom ano aqui na Ponte”, explica.

Bida, que já voltou a vestir a camisa do time de Goiás em boa atuações no segundo semstre de 2013, se sente motivado em recuperar o tempo perdido. “Estou muito empolgado aqui na Ponte. Espero que eu possa dar essa volta por cima mais uma vez. Minha vida, em tudo que eu faço, é um desafio para superar e aqui não será diferente. Quero fazer um grande trabalho aqui na Ponte Preta e alcançar os objetivos”, reforça.

O atleta ressalta o quanto está ansioso para ajudar dentro das quatro linhas. “É uma torcida maravilhosa, fanática, que cobra bastante. Só peço paciência até eu estrear, os preparadores estão trabalhando em cima disso, mas não vejo a hora de estar jogando. Vejo meus colegas em campo e fico ansioso para atuar. Mas na hora certa irei estrear e ajudar a Ponte”, completa.

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