Eduardo Baptista comemora vitória da Ponte sobre o Corinthians, mantém os pés no chão e diz que equipe – que se reapresenta na terça (30) – vai evoluir ainda mais

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Eduardo Baptista comemora vitória da Ponte sobre o Corinthians, mantém os pés no chão e diz que equipe – que se reapresenta na terça (30) – vai evoluir ainda mais

O técnico Eduardo Baptista comemora a vitória da Ponte Preta sobre o Corinthians, na tarde deste sábado (27) pelo placar de 2 a 0. Para o comandante, O resultado também aconteceu pelo clima criado antes da partida começar que, entre outras coisas, teve recepção do ônibus pelos torcedores e o ídolo mestre Dicá dando o pontapé inicial, além da presença de grandes nomes que usaram a camisa alvinegra.

 “Foi uma grande tarde da Ponte Preta. A se iniciar com a nossa chegada. A torcida realmente abraçou e eu tinha convicção que eles viriam. Criou-se um clima diferente. E entrar dentro do vestiário e ver o Dicá, Oscar Pollozi, jogadores que fizeram história aqui, tem um peso enorme. Isso contou muito: Criou-se um ambiente muito favorável para nós e os atletas, principalmente, fizeram uma partida primorosa”, diz o treinador.

Baptista elogia a postura técnica e tática de seus comandados. “Defensivamente, praticamente perfeita, e ofensivamente muito boa. Sabíamos que o Corinthians era muito rápido, ia jogar no contra-ataque, mesmo com dez em campo um erro nosso seria fatal. Não nos omitimos, tentamos jogar, criamos chances e ganhar um jogo nesse momento, em seis dias enfrentamos o primeiro, o segundo e o terceiro colocado, é muito bom”, diz.

O treinador, por sinal, já antecipa sua opinião sobre a sequência na competição. “São jogos pesados, mas é uma equipe amadurecida. Eu fico contente, tem evoluído e é importante nesse período do campeonato. Eu cheguei há quatro meses aqui e é uma equipe em formação, então era muito cedo pra cobrar grandes partidas, há dois meses, contra São Paulo, Santos. Mas há uma evolução, estamos trabalhando, acertando o sistema, os jogadores, que estão entendendo o que tem que fazer”, pontua.

Ele complementa: “Quando fazíamos partidas ruins, principalmente fora de casa contra equipes grandes, é porque estávamos iniciando. O que se vê agora é um time em evolução, com muita coisa a se arrumar ainda, mas que está crescendo em uma hora boa. Não estávamos 100% fisicamente, era uma preocupação nossa, mas é um time de muito brio, coragem e conseguiu um resultado, como foi contra o Palmeiras dentro de sua casa, líder, que é muito forte, como foi contra o Atlético Mineiro dentro do Mineirão e agora contra o Corinthians, que tem um grande elenco. Pontuar é muito bom.”

A Macaca agora se reapresenta na próxima terça para treinamentos e, após o período de três jogos em seis dias, o técnico valoriza os dias de folga. “Ainda bem que tem o descanso. Chegamos no nosso limite neste final de semana. Há atletas que atingiram o seu limite físico e isso pode ficar perigoso  Tem o descanso e depois disso tem mais oito ou nove dias para poder treinar, montar a equipe de novo, colocar alguns conceitos que achamos necessário, para dar sequencia na competição”, revela o técnico que, apesar da boa campanha, é modesto sobre o futuro da equipe no Brasileirão.

“Aqui nós trabalhamos com algumas metas. A primeira delas é atingir 46 pontos. É uma equipe em formação, teve um início de Paulista muito difícil e reestruturamos tudo. É passo a passo, pés no chão. Temos a meta de 46 ou 48 pontos e quanto antes atingirmos começamos a pensar um pouco mais. Mas antes dessa meta não falo em G4. É o próximo jogo e cada um é uma decisão, como encaramos os últimos três e tem que ser contra o Flamengo, que é o quarto colocado. O resultado de ontem é para saborear, mas tem muito a ser consertado”, diz Eduardo, que ressalta o trabalho feito por toda comissão técnica e departamento médico.

“É espetacular. O que fizemos nesse jogo, com o nível emocional e físico desses seis dias, não é para qualquer um. E suportamos em um altíssimo nível. É importantíssimo esses dias que iremos descansar, até mentalmente, porque forma seis dias de muita pressão, de jogos pesados, reuniões, vídeos e os atletas não aguentam olhara para a minha cara. É descansar e depois voltar a treinar. Nos reapresentaremos sem nenhum jogador no departamento médico”, finaliza.

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