Elenco treina no CT do Grêmio na manhã desta sexta (18) e Eduardo Baptista explica as alterações que melhoraram o rendimento do time no segundo tempo contra o Inter

 

Foto: PontePress/RodrigoCeregatti

 

O elenco alvinegro treina na manhã desta sexta (18) em Porto Alegre, no CT do Grêmio – o retorno a Campinas deve ocorrer mais para o final da tarde. Sobre o empate na noite de ontem com o Internacional, por 1 a 1, o técnico Eduardo Baptista acredita que o primeiro tempo ficou aquém do desejado, mas afirma que na segunda etapa o time melhorou e poderia até ter conseguido a vitória.

“Nós trabalhamos sério. Quem me conhece há mais tempo e conhece a Ponte Preta, sabe que não tinha como virmos para Porto Alegre/RS e não fazermos um grande jogo. Podíamos até perder, pois o Inter é uma grande equipe, mas lutamos e nosso segundo tempo foi do tamanho da Ponte Preta: com personalidade, agressividade e saída de bola que faltou no primeiro tempo”, pontua.

O treinador reforça que a Macaca poderia até ter saído com três pontos de POA. “Talvez merecêssemos um resultado melhor. Mas diante do Internacional, com a situação e a pressão que está, a Ponte, com uma equipe jovem, soube aproveitar e o empate ficou de bom tamanho”, diz o comandante alvinegro,  que para conseguir esse segundo tempo mais bem qualificado fez alterações no time no intervalo.

“Estávamos tendo uma dificuldade grande em fazer a bola sair na etapa inicial. O nosso problema não era só mudar o sistema, como mudei, mas no 4-2-3-1 ou no 4-1-4-1, que era o esquema do primeiro tempo, não conseguíamos jogar e não daria para jogar no 4-2-3-1 se a bola não saísse pelos zagueiros. A opção pelo Wendel na zaga é por se tratar de um volante, que me qualificou a saída de jogo”, explica.

O treinador acrescenta que a partir deste momento o futebol pontepretano fluiu. “As bolas começaram a chegar no pé do Matheus Jesus, do Rhayner e tivemos algumas chances. Pecamos um pouco pela pressa. Tivemos três ou quatro contra-ataques no mano a mano e com um pouco mais de tranquilidade sairíamos com vitória, mas fiz o que tinha que ser feito. Se desse errado talvez eu fosse crucificado, mas temos que tomar decisão, estudamos e trabalhamos bastante para saber o que fazer. Foi um risco calculado e tentamos buscar. Tem hora que dá certo e outras vezes não. Essa é a vida do treinador”, finaliza.

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