Após classificação histórica, Jorginho fala sobre dificuldades da partida na Colômbia, agradece apoio do torcedor e acredita em recuperação no Brasileirão

 

Crédito obrigatório para reprodução da imagem: PontePress/Guilherme Dorigatti

 

A Ponte Preta conquistou a classificação para as Quartas de Final da Copa Total Sul Americana após vencer o confronto diante do Deportivo Pasto da Colômbia. Mesmo perdendo o jogo desta terça-feira (22) por 1 a 0, a Macaca avançou de fase, pois venceu em casa por 2 a 0. O treinador Jorginho fala sobre este duelo. “Sabíamos que o Deportivo Pasto era uma grande equipe e seria muito difícil jogar lá, pela qualidade deles e também pela questão da altitude. Entramos com uma proposta de jogar com o regulamento e os jogadores estão de parabéns pelo o que fizeram. Não conseguimos sair para jogar, mas o importante é que fizemos 2 a 0 em casa e saímos com a classificação”, diz Jorginho.

Com a vaga assegurada, o foco alvinegro agora tem que ser dividido entre a competição continental e o Campeonato Brasileiro. “Vamos trabalhar nas duas situações. Sabemos do momento delicado que estamos no Brasileiro, mas a equipe está em ascensão e acredito que, da forma com que a equipe está jogando, nós vamos sair da zona de rebaixamento. Se nós fizermos o dever de casa conquistando os pontos dentro de casa e fora de casa buscar pelo menos uma vitória e alguns empates, ainda mais nesses confrontos diretos contra Vasco e Criciúma, nós vamos alcançar a 16º colocação fora da zona de rebaixamento”, afirma Jorginho.

Um fator que mereceu o destaque de Jorginho foi a presença da torcida pontepretana na cidade de San Juan Del Pasto. “Estamos muito felizes pela participação, presença e motivação dos nossos torcedores. Eles foram até a Colômbia, no sufoco, mas foram. Nos jogos em casa eles também estão presentes sem vaiar a equipe, apoiando o tempo todo. O torcedor sabe a importância que tem, o jogador ganha uma motivação extra e só temos que agradecer.”

Jorginho também ressalta as dificuldades com questões extra campo nesta viagem como mais um fator de superação dos atletas alvinegros. “Tivemos muitos problemas para chegar em Pasto. Na véspera da partida saímos de Bogotá para lá, mas sem condições de pouso, tivemos que parar em Cali e depois voltar para a capital. No dia do jogo viajamos cinco horas desde a saída do hotel em Bogotá até a chegada no hotel em Pasto. Enfrentamos muita turbulência nos voos e tudo isso acaba mexendo com o psicológico dos jogadores”, finaliza Jorginho.

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