Apesar do revés, Eduardo Baptista destaca que a Ponte finalizou mais que os donos da casa e espera aproveitar a semana livre para recuperar, treinar e entrosar os novos jogadores visando a partida contra o Internacional no próximo domingo

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Fabio Leoni / PontePress

Para o técnico Eduardo Baptista, o placar de 3×1 não condiz com o que foi o jogo. Mesmo jogando fora de casa e em um estádio muito difícil para os adversários, a Macaca saiu para o jogo e agrediu o Santos com diversas finalizações e chances de gol. Para o comandante da Ponte Preta o diferencial da partida foi a precisão nas finalizações do adversário.

“Um jogo muito difícil. O Santos é um time com jogadores de seleção e que jogam juntos há muito tempo. A Ponte veio com coragem. Demoramos um pouco para entrar na partida, acertar o tempo de jogo. Sofremos um gol de bola parada. Na segunda metade do primeiro tempo igualamos. Criamos situações. No segundo tempo voltamos melhor. Fomos superior. No total foram 19 finalizações nossa contra 13 do Santos. O que ganhou foi a efetividade do Santos. Em duas bola fizeram dois gols. Criamos, chegamos e fizemos um só. A Ponte não deixou de brigar e nem de jogar. Tentamos até o final. A qualidade do Santos fez a diferença”, justificou.

O treinador avaliou como positiva as estreias de Maicon e Wendel e elogiou a agilidade da diretoria para regularizar os atletas.

“Nós conversamos e eu avalio como positiva as atuações do Maicon e do Wendel. Tem o entrosamento que temos que trabalhar. Era uma situação que não tínhamos volantes e a diretoria foi brilhante e rápida para regularizar esses jogadores para jogarem hoje”, explicou.

Baptista comemora a semana para treinar, recuperar e entrosar o time para o próximo compromisso da equipe contra o Internacional no Majestoso no próximo domingo. “Temos uma semana cheia para recuperarmos e treinarmos. Entrosar os atletas que chegaram. Ver as melhores opções. Esperamos recuperar o Jeferson, mas o Nino foi muito bem hoje. É o lado do Santos muito difícil de marcar e ele foi muito bem”.

Eduardo disse que as dificuldade com lesão e suspensão que a equipe enfrenta, todos os times passam igual. “Não posso ficar reclamando de lesões e suspensão. Isso que acontece com a gente, acontece com todo mundo. Tenho que achar solução. Entramos com a melhor equipe que a Ponte tem hoje”, finalizou.

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