Ponte Preta treina em dois períodos nesta terça-feira (29) e Alexandro, autor de dois gols na última partida, quer repetir boa fase dos últimos atacantes do time para ajudar o time na luta pelo acesso

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da foto:PontePress/ThiagoToledo

Para o atacante Alexandro a última partida diante do Atlético Goianiense teve um sabor especial. O jogador fez seus dois primeiros gols com a camisa da Macaca e sabe que a continuidade é importante para se firmar como goleador na Macaca. Nos últimos anos, William, Roger e Ricardo Jesus foram centroavantes importantes que passaram pelo ataque alvinegro e Alexandro também quer deixar sua marca e ajudar o time a voltar para a série A.

“A responsabilidade é muito grande. A Ponte teve atletas de qualidade na minha posição e que fizeram muitos gols. Se Deus quiser espero ter a mesma sorte deles e fazer não só gols, mas conquistar títulos, porque a torcida está muito carente”, avalia Alexandro, que assim como os demais do elenco, treina em dois períodos nesta terça (29) e lamenta o fato de o time não ter saído de Goiânia com três pontos.

“Nós tínhamos totais condições de sair de lá com a vitória. Infelizmente veio o empate, mas sabíamos que o jogo ia ser difícil, campo grande e saímos atrás no placar. No entanto vejo que um ponto ficou de bom tamanho. Agora é buscar as vitórias em casa porque será importante para o Brasileiro”, avalia o jogador.

O atleta acrescenta que está vivendo uma vida nova em termos pessoais e vai transferir esse bom momento para o campo. “Estou vivendo uma nova história. Há dois anos sou evangélico e com certeza, aqui na Ponte Preta, vou fazer uma nova história da minha vida e dar muito orgulho a essa torcida, que merece”, ressalta o camisa 9.

#SomosTodosMacacos

Alexandro também comentou os sobre os fatos lamentáveis de racismo que têm acontecido no mundo do futebol ultimamente e que levaram milhares de pessoas a aderir a campanha #SomosTodosMacacos, que visa a tirar a força das ofensas cometidas contra os atletas e até mesmo árbitros de futebol.

“Eu nunca sofri com racismo, mas se alguém me chamar de macaco eu vou fazer igual ao Daniel Alves. Vou tirar como uma brincadeira, porque já está virando palhaçada, esse negócio de racismo não tem lógica nenhuma. Tenho um filho que tem um ano e dois meses e o pessoal brinca com ele, chama de macaquinho, mas entre nós isso é um elogio, uma forma carinhosa e aqui também é assim, pois nossa mascote é a Macaca e é um privilégio estar vestindo essa camisa”, completa.

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