Para Adrianinho, Macaca tem que trazer pelo menos um ponto de São Paulo, para garantir logo a classificação no Paulista

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PontePress/VictorHafner

A Ponte entra em campo neste sábado (15), às 16 horas contra o Palmeiras no Pacaembu, e caso não consiga os três pontos pode ainda assim se classificar para as quartas de final, dependendo de uma combinação de resultados. Com o pensamento de que todo jogo é importante, o meia Adrianinho considera o duelo diante com rival da capital muito importante para o objetivo do time ser alcançado.

“É fundamental nossa atuação lá em São Paulo. Até mesmo para manter um nível. Estamos procurando isso, atuando sempre da mesma maneira, e é m teste muito bom esse. O Palmeiras é uma equipe que está vindo muito bem, ainda mais fora de casa tende a ser um jogo complicado pra gente. Só de fazer uma partida boa já é importante. Temos que buscar pelo menos o empate, porque sabemos que ainda é preciso pontuar para a classificação”, afirma o meio-campista.

Ele reforça não acreditar em jogo fácil, mesmo se o Palmeiras atuar com um time sem muitos titulares. “Nem sempre é vantagem jogar contra um time modificado. O Palmeiras é uma equipe grande, que tem um elenco de qualidade. Quem está fora quer mostrar serviço e que pode estar na equipe. Eles vêm com muita vontade e mais descansados do que os que vinham jogando”, diz Adrianinho.

E não é só o Palmeiras que deve entrar modificado, a Ponte também tem baixas para a partida de logo mais. Fernando Bob e Alemão não atuam. Adrianinho acredita que o sistema de jogo do time muda um pouco com isso.

“Com os desfalques a equipe fica diferente. O Alemão é um jogador que sai e tem presença de área. Com entrada do Rossi são três de velocidade. O Antônio Flávio tem uma característica boa de ajudar no meio, mas é totalmente diferente do Alemão”, explica o jogador, que faz uma avaliação do quanto está sendo difícil para atletas com as características que possui atuar no futebol que privilegia a força nos tempos atuais.

“A dificuldade de jogadores mais técnicos estarem atuando hoje em dia é notória. Até mesmo porque no passado havia mais jogadores técnicos. Então atuar do lado de atletas com essa característica é mais fácil para quem também é assim. Atualmente existem jogadores mais rápidos, que procuram a bola longa e acaba não tendo aquela triangulação e toque de bola no meio de campo. Em contrapartida no outro time também, que são os defensores. Acabam sendo jogadores mais viris, que entram mais forte e são escolhidos devido à força física e não à técnica. Isso dificulta e tentamos nos adaptar na maneira que dá. Em jogadas que nós temos um pouco mais de espaço, tentamos fazer a diferença”, diz.

O camisa 10 da Ponte agradece o apoio dos torcedores em todos os momentos. “A torcida me conhece já há muito tempo. Tem realmente esse carinho e quando encontramos dificuldades e recebemos esse apoio, a gente tem mais força para melhorar”, finaliza.

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