Por causa da chuva, Ponte faz na unidade Paineiras o último treinamento antes de enfrentar o Oeste nesse sábado (01); Adrianinho prega atenção em campo

 

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PontePress/DJotaCarvalho

O elenco da Ponte Preta treina na manhã desta sexta-feira (28), nesta que é a última atividade da equipe, antes de enfrentar o Oeste, neste sábado de carnaval (01). Em virtude da chuva, a atividade de hoje, que inicialmente seria no Majestoso, foi transferida para o ginásio da unidade Paineiras. Para o meia Adrianinho, apesar do adversário da rodada estar brigando para não cair, a Macaca não pode vacilar.

“Estamos tendo alguns problemas neste tipo de jogo (contra clubes que brigam pelo rebaixamento) e não podemos achar que jogar dentro de casa, contra um time que não vem bem, não dificulte para nós. Temos que entrar mais concentrados, ligados e fazer o melhor dentro de campo desde o começo, para que o jogo se torne mais tranquilo”, afirma o meia, que falou sobre a formação da equipe desde a chegada do técnico Vadão.

“Realmente o 4-3-3 é o esquema que o Vadão adotou desde quando ele chegou e, nesse último jogo, ele alternou com o 4-4-2. Mas para nós é bem tranquilo, porque ele faz este esquema se formar de uma forma simples. Ele explica bem para nós. Claro que muda um pouco o jeito de jogar, mas os jogadores já entenderam essa forma”, explica.

Apesar da boa campanha no Paulistão, o jogador também valoriza o atual momento da Ponte Preta e faz um desabafo em relação aos críticos. “Não só eu, mas toda a equipe precisa melhorar e é em busca disso que estamos atrás. Quem disse que nós éramos uma equipe ruim, que não serviria para nada e agora nos vê na segunda posição, buscando uma melhora, precisa rever estas opiniões. Eu ouço bem de quem vem a opinião, pois há pessoas que não servem nem para escutar”, diz o meia, que também ressalta a importância de jogar de forma simples para um melhor aproveitamento do time.

“A simplicidade, na minha opinião, tanto no passe, quanto na forma de jogar, é fundamental. O Vadão fala para nós que a prioridade é para quem está de frente. A bola chegou em você e está de costas, toca para quem está de frente, que está enxergando todo o jogo. Essa simplicidade toda facilita dentro de campo. Quando o jogador percebe isso, o time começa a jogar melhor e a chegar mais rápido no ataque. A verdade é a seguinte: hoje tem muitos jogadores de velocidade e força, mas quem tem que correr é a bola. Jogador se movimenta e correr apenas na hora certa”, completa.

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