Adrianinho evoca espírito copeiro da Sul Americana para conquistar vaga na Vila Belmiro

 

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PontePress/DJotaCarvalho

Quando entrar em campo na noite desta quarta-feira para enfrentar o Santos nas quartas de final, a Ponte Preta estará frente a um time que tem uma folha salarial muito maior que a sua, um ataque mais eficiente na competição e é franco favorito a vencer. Assim como ocorreu com o Vellez Sarsfield e o São Paulo, equipes eliminadas pela Macaca na Sul Americana. E é este “espírito copeiro” que o meia Adrianinho evoca para a partida de amanhã.

“No ano passado o Vellez era total favorito e o desbancamos, a mesma coisa com o São Paulo. O segredo foi muita entrega e dedicação, nós vimos nossos jogadores, amigos de elenco,  saindo de campo se arrastando. Então o exemplo de que é possível está aqui e é bem recente, nós que estávamos lá temos que passar isso para os outros ir com esse espírito pra Vila Belmiro”, pontua o camisa 10.

Para Adrianinho, a atenção em campo também será elemento-chave para sair de Santos com vaga assegurada na semifinal.”É um jogo só, então se não entrar concentrado e bem, morre ali. Já sabemos a estratégia que usaremos, o Vadão já nos passou, mas não posso falar (risos).O fato é que é uma partida só, então não tem muito segredo no que fazer: perdeu tá fora, ganhou continua. Vamos buscar a vitória.”

Ele ressalta que o fato de o jogo ser na casa adversária não é o fator mais preocupante. “Sim, teremos a pressão da torcida deles, que influencia também, mas o mais importante é o futebol dentro de campo. O Santos lá ganhou oito jogos, isso é o que preocupa. Então temos que ter paciência, acalmar o jogo no momento certo, chamar a responsabilidade, acelerar quando preciso. O primordial é o futebol, bola no chão, não perder dividida, buscar o gol e surpreender”, salienta.

Adrianinho fala ainda da responsabilidade do elenco. “Durante a semana o Vadão vem conversando conosco, mostrando que precisaremos de foco e atenção total. O presidente veio falar com a gente, deu parabéns pela classificação, incentivou e também cobrou atuação nos jogo futuros. Faz quatro anos seguidos que a gente classifica todo ano, desde 2008 entre os melhores do Paulista, então mantivemos a escrita. Isso é importante para a instituição, mas queremos mais. Sabemos da dificuldade, mas a gente sonha e tem que buscar isso”, diz.

Em relação à derrota para o Mogi na última rodada, Adrianinho também lamenta o resultado. “Não faz diferença pro jogo contra o Santos, mas pra nós enquanto time faz sim. Além do Paulista, nesta etapa dificílima que entramos agora, temos um Brasileirão chegando então todos têm que estar aptos para provar que podem vestir a camisa da Ponte quando entram em campo”, afirma.

E conclui: “É muito ruim perder assim, até mesmo porque quem entrou é a Ponte Preta , a nossa camisa. Não foi um bom jogo, é óbvio, e serve de alerta pros que estão aqui. A Ponte tem que entrar pra vencer sempre e, se não vencer ,entrar pra fazer um bom jogo, mostrar garra. Sabemos da qualidade dos colegas, mas esse resultado botou isso em dúvida. Agora, porém, o foco é no Santos: vamos entrar para ganhar, por mais que eles estejam bem, sejam favoritos, pra nós vale muito, coloca nosso ano e nossa permanência no elenco em prova. Todo mundo tem que pensar assim.”

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