A primeira vez a gente nunca esquece: Rafael Ratão concede coletiva e diz que é mais fácil jogar bola do que dar entrevista

 

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PontePress/ThiagoToledo

Dentro das quatro linhas ele se mostra calmo e até mesmo frio na hora de balançar as redes. Mas na frente dos microfones, como centro das atenções, o atacante Rafael Ratão não esconde a timidez e revela que precisa se acostumar com a situação que é nova para um garoto recém promovido das categorias de Base. Na tarde de ontem (14), o jovem atleta concedeu sua primeira entrevista coletiva e – nervosismo à parte – se saiu bem.

“Eu estava um pouco nervoso. Minha primeira entrevista aqui na sala de imprensa, tive um pouco de medo antes de começar, mas depois fiquei tranquilo”, afirma Ratão, que também atribui à introversão o fato de não ter falado na saída de campo no Pacaembu no último sábado, quando marcou contra o Santos seu primeiro gol como titular do time pontepretano.

“Fiquei tímido para falar lá no Pacaembu. E ainda mais depois de ter perdido o jogo, acabei ficando meio tímido mesmo. Foi muito bom ter feito o primeiro gol, ainda mais contra oSantos, que é uma bela equipe. Agora é manter esse momento”, diz o jogador.

Ratão conta que já tinha trabalhado anteriormente com o Zé Sérgio, um dos auxiliares técnicos da Ponte Preta. “Cheguei aqui através do Zé, que foi meu treinador lá no São Paulo. Eu saí do São Paulo, ele ligou para mim três meses depois e me trouxe para a Ponte Preta”, afirma o atleta, que prefere jogar futebol a falar.

“É muito mais fácil jogar do que dar entrevista. Lá eu faço o que eu sei, e não preciso falar nada, aqui eu tenho que falar um pouco”, diz, rindo. E completa afirmando que, se ainda começa a se acostumar com a “pressão” dos repórteres, não precisou de tempo para se adaptar ao calor do campo e à necessidade de vencer. “Quando subimos aqui para o profissional, temos que chegar prontos porque a pressão aqui é muito grande.”

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