Equipe volta para Campinas neste domingo e treinador Guto Ferreira destaca: A Ponte não vai desistir, eu ainda acredito

 

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PontePress/Fábio Leoni

 

A equipe da Ponte Preta vai deixar a cidade de Joinville e deve chegar à Campinas no início da tarde desse domingo (16). Para o treinador Guto Ferreira o momento é de seguir trabalhando e acreditando que a Macaca pode chegar até a conquista do título do Brasileiro.

“A Ponte não vai desistir. O campeonato ainda não acabou. Vamos continuar jogando futebol e cabe a cada um acreditar ou não. O torcedor da Ponte é um torcedor machucado que vem de muito tempo. A nossa parte que podemos fazer é brigar por mais três vitórias. Não sei se isso vai ser suficiente para nos dar o título, mas vamos terminar da maneira correta. Ninguém pode negar que a Ponte se doou em campo, acabou perdendo, mas se entregou como vem sempre fazendo. Eu ainda acredito.”

Para o comandante alvinegro, os jogadores acabaram sentindo o golpe do segundo gol e não conseguiram reagir. “Não sentimos quando levamos o primeiro gol, fomos buscar e fizemos o empate. Três ou quatro minutos depois tivemos a infelicidade de tomar o gol de novo. O terceiro já foi consequência do segundo em que sentimos. A equipe se desequilibrou, não teve cabeça para buscar o empate novamente e acabou errando na saída e entregando a bola para o adversário”, diz Guto Ferreira.

Um ponto que prejudicou a atuação pontepretana foi as condições do gramado na Arena Joinville. “Com o campo ruim a bola não corre e fica um jogo mais de contato. Todas as partidas em que o jogo de contato foi mais intenso a Ponte teve dificuldades. Nosso time é rápido e intenso, mas no corpo a corpo tem mais dificuldade, até pelas características dos jogadores que são mais leves”, explica Guto, que ainda critica a arbitragem da partida.

“No futebol não é para se mediar, é para arbitrar. A interpretação quando é muito branda acaba atrapalhando. No primeiro tempo a falta do Edson Ratinho foi uma agressão e deveria ter sido expulso, mas foi mediado com cartão amarelo. O lance que originou o escanteio do segundo gol houve uma falta medonha no Gilvan, quando o Bruno Aguiar subiu com os dois braços e empurrou acintosamente e o árbitro estava de frente ao lance”, finaliza Guto Ferreira.

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