Matheus Vargas destaca evolução da Ponte na reta final da Série B e valoriza trabalho de Kleina, que trouxe confiança ao elenco

 

Foto: PontePress/FábioLeoni

Um dos últimos atletas chegar ao elenco da Ponte Preta, o meia Matheus Vargas se mostrou peça importante no processo de recuperação do time no Brasileiro Série B. O jogador, que estreou vindo do banco, no empate contra o Oeste, em Barueri, foi titular em todas as outras vezes em que pode ser usado. “Cheguei para fazer a diferença no meio e graças a Deus estou conseguindo fazer meu trabalho. O Kleina pediu para eu ter mais confiança no que eu iria fazer dentro de campo e confiar no trabalho dele, que ele sempre estaria nos dando o respaldo por trás”, afirma o atleta, que fala dessa evolução, após a vinda do novo treinador.

“Quando eu cheguei, nós visávamos mais escapar da zona de rebaixamento e atingir a meta de permanência. Mas eu falei que enquanto tivesse chance, estaríamos batalhando pelo acesso e não foi diferente. Com a chegada do Kleina conseguimos ter uma sequência muito boa de sete vitórias e um empate, que mudou a nossa vida. Hoje nos encontramos no G4 e é chegar em Florianópolis para uma grande final. Vamos com força máxima para lutar pelos três pontos e decretar esse acesso”, confia Matheus.

O meio-campo reforça o espírito de luta do time, para dar a volta por cima. “Nós acreditávamos, porque enquanto há chance não se pode jogar a toalha. Mas sempre com o pensamento se realmente brigaríamos pelo acesso. Com a chegada do Kleina, fomos abençoados com um bom trabalho e estamos em outra situação”, diz o meia, que se recuperou de uma contratura na coxa esquerda, também causada pela sequência de jogos, mas que já se encontra 100% fisicamente. Caso atue contra o Avaí, no sábado (24), o jogador fará a 11ª partida pela equipe.

E Matheus vê com bons olhos o ano de 2018 em termos individuais, principalmente por ter conseguido a oportunidade de vestir a camisa da Macaca. “É um ano fantástico para mim. No início do ano tive uma lesão no pé esquerdo, tiver que fazer cirurgia, voltei da Grécia, joguei a Copa Paulista e fui um dos destaques. Aí tudo mudou. Cheguei na Ponte, e vivo uma outra grandeza. Não tem como comparar o Audax com a Ponte Preta, por ser a maior do interior. Uma responsabilidade muito grande, mas estava preparado para o momento e estou fazendo um bom trabalho. Espero continuar assim por muito tempo”, completa.

 

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