Executivo de Futebol protesta contra os erros grotescos de arbitragem contra a Macaca e enfatiza: “Os que estão trabalhando para prejudicar a Ponte Preta não vão conseguir”

 

Um pênalti inventado, aos 54 do segundo tempo, tirou da Ponte Preta uma vitória justa e deu ao adversário um empate que não deveria ter ocorrido. O Executivo de Futebol Alarcon Pacheco destacou o absurdo, contra o qual a Ponte mais uma vez irá protestar na CBF, e enfatizou que a Macaca não pode continuar sendo vitimada por erros de arbitragem.

“Lamento tudo isso o que aconteceu mais uma vez com a Ponte, um absurdo. Todos viram, a TV mostrou que não foi penalidade, e mais uma vez no final da partida, assim como foi em Maceió onde o árbitro foi pressionado”, protesta.

O Executivo destaca que a Ponte tem feito inúmeros requerimentos e comunicados ao Departamento Nacional de Arbitragem. “Nunca tivemos uma reposta que não fosse que ‘o reclamante não tem razão’. Ou seja, os erros se repetem e sempre dizem que não temos razão, estamos sendo prejudicados jogo a jogo, são pontos que tiram da nossa equipe e a campanha vai ficando cada vez mais apertada”, expõe.

Ele acrescenta que os prejuízos da Ponte com arbitragem vêm numa crescente: “Sofremos bastante no início sem VAR e agora continuamos a sofrer com o VAR. Vamos buscar apoio na Federação Paulista de Futebol para termos soluções da CBF. Não é possível passar uma situação dessa: jogamos, trabalhamos, fizemos um jogo difícil e que sabíamos que ia ser complicado. E no final fomos prejudicados por um cidadão que tenta manchar e macular nosso trabalho”, diz, indignado.

Pacheco conclui: “Os que estão trabalhando para prejudicar a Ponte Preta não vão conseguir. A Ponte está unida, forte, teremos o apoio do nosso torcedor na próxima partida dentro de casa. Temos trabalhado diuturnamente, concentrados – jogadores, diretoria, comissão e funcionários – para sair dessa situação e temos certeza que vamos vencer todas as dificuldades, principalmente essas adversidades em relação aos erros grotescos de arbitragem contra a instituição.”

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