Kleina lamenta derrota com “gosto amargo” por pênalti polêmico, mas já destaca: “É recuperar a energia para enfrentar o confronto dentro de casa no sábado e sair com a vitória”

Foto:PontePress/DiegoAlmeida

A Ponte Preta chega no final desta tarde de quinta-feira (30) a Campinas – ontem, depois do jogo contra o CSA, o elenco viajou para Recife, onde fez trabalhos de recuperação pela manhã e embarcou para São Paulo no início da tarde. Apesar de lamentar a derrota ocorrida ontem, que considera injusta, o técnico Gilson Kleina já está totalmente focado na recuperação do elenco para a partida contra o Vila Nova.

“É trabalhar para que sábado estejamos com energia para enfrentar o confronto dentro de casa e sair com a vitória. Nossa equipe melhorou muito fisicamente, inclusive por um trabalho minucioso desenvolvido pelo professor Juvenilson e o professor Leo, que estão praticamente individualizando, fazendo um estudo para cada atleta para render mais”, pontua.

O treinador conta que ainda hoje já trabalharia com a comissão para ver as melhores escolhas, respeitando as condições do elenco. “Temos que ver como estão os atletas que ficaram na cidade. O Rodrigão teve uma virose forte, o Iago sentiu tornozelo no último jogo, o Rayan mesmo a gente respeitou a condição no jogo de ontem. Vamos ver a melhor situação para o jogo de sábado, é uma preocupação que a gente está tendo, de respeitar os indicativos. Nossa equipe é muito competente nesse trabalho e às vezes temos que poupar um atleta que, de repente, poderia se lesionar e você acabar o perdendo para a reta final. Então, melhor administrar”, avalia.

Sobre a partida de quarta-feira, Kleina faz uma avaliação. “Houve momentos em que nós oscilamos na formatação do que o CSA mudava para construir a jogada, ali tivemos um pouco de dificuldade, mas depois encaixamos a situação, ainda que às vezes eles tivessem um pouco de superioridade. Infelizmente não tomamos as melhores decisões quando tivemos as transições à disposição e não ampliamos, mas ainda assim o jogo estava controlado”, diz.

Ele amplia a análise, acrescentando que a Macaca acabou sendo prejudicada. “A gente que ia ser um jogo difícil, sabia do comportamento do CSA, que íamos pegar uma equipe empolgada. Mas, como disse aos atletas na palestra, nós também estamos passando pelo nosso melhor momento na competição, então fomos a Maceió para jogar e, pelo que fizemos, para mim era apra termos trazido pra casa um ponto precioso, não fosse a interpretação equivocada da arbitragem”, pontua.

O treinador se refere ao pênalti que deu a vitória ao adversário aos 51 minutos do segundo tempo. “Sinceramente, o VAR veio para dar justiça, mas eu não sei quem fica no VAR para determinar um lance desse. Nosso jogador subiu para cabecear, como vai subir com o braço para trás? A regra diz que abriu o espaço, mas olha o movimento que ele faz, ele nem quer colocar a bola na mão. Agora passa a valer a interpretação do árbitro. Para mim foi mais pênalti no Richard do que nesse que ele marcou”, afirma.

Ele acrescenta: “O VAR precisa ser mais firme, tem que ser o VAR que define e não o ser humano interpretando. Senão todo lance vai ter pênalti, vai ter um momento que você vai falar para os atacantes para começar a achar a mão do defensor em vez de cruzar.”

Por sinal, Klleina afirma que não tem ideia do porquê foi expulso.   “Não falei nada. Eu fui repor a bola, porque os gandulas não estavam mais. A comissão técnica do CSA pediu para osgandulas sumirem com as bolas. Então eu só quis repor a bola para o meu jogador cobrar. Me desculpa, mas a expulsão foi nada a ver, nem o quarto árbitro entendeu. O Mozart invadiu o campo umas quatro vezes e eu fui expulso porque não tinha gandula?”, conclui, indignado.

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