Kleina revela dérbis favoritos e quer equilíbrio emocional para ganhar nesta sexta: “Vamos entrar com sentimento, gana e muita vontade de vencer”

Foto:PontePress/DiegoAlmeida

Com um histórico de mais de 200 jogos  como comandante da Ponte Preta, somadas as passagens que teve como treinador alvinegro, o técnico Gilson Kleina com certeza sabe o que é jogar um dérbi. E, entre os clássicos em que esteve presente, o comandante pontepretano não tem dúvidas para elencar os que mais o marcaram – e cujos resultados, espera, possam se repetir na noite desta sexta.

“Para mim, de todas as passagens o que mais marcou foi o ano de 2011, quando começou minha história aqui na Ponte , e que foi um ano foi muito positivo pra nós nos dérbis. Ganhamos um aqui em casa por 2 a 0 , com gols de Ricardinho e Ricardo de Jesus, com mais de 17 mil torcedores no Moisés, uma chegada do nosso time com uma recepção linda, energia forte, estádio lotado e demos uma alegria muito grande pra torcida. Depois tivemos outro dérbi lá embaixo em que vencemos por 3 a 0, com um golaço do Renato Cajá”, relembra Kleina.

O técnico enfatiza, inclusive, que esse apoio da torcida – mesmo longe das arquibancadas em virtude da Covid – tem sido fundamental para a Ponte vencer em casa, onde a equipe já soma cinco vitórias seguidas e espera conquistar a sexta no dérbi 201. “Nossa relação com torcedor é ótima e vem crescendo cada vez mais. Estamos tendo esse apoio não só pro dérbi, desde antes, quando não estávamos conseguindo resultados em casa: nos apoiaram , estão junto com a gente, isso já foi provado em gestos de ambos os lados, como os atletas indo ao encontro do torcedor fora do estádio, aquele foi um momento épico”, diz.

GK acrescenta ainda um recado importante: “Como treinador e responsável pela Ponte Preta, preciso pedir para que a gente crie clima de festa, alegrias, evite a violência. O mundo inteiro já está passando por um momento ruim, não vamos dar brecha. Que possamos voltar tranquilos para casa, para a família, que a rivalidade fique apenas no campo. Que todos nós, envolvidos no dérbi, tenhamos equilíbrio.”

Equilíbrio, por sinal, será palavra chave para o elenco.  “Todos os fatores, táticos e mentais, terem que estar aliados. Sem a organização tática sofremos no mental e vice-versa. Estamos falando deste jogo desde que terminou a partida contra o Cruzeiro e atletas entenderam muito bem. Também não podemos mudar para um comportamento ríspido, um emocional muito aflorado pode prejudicar a execução: temos que ter um emocional equilibrado para executar nossas ações da melhor maneira possível e manter o mesmo comportamento que temos apresentado dentro de casa, onde conseguimos mostrar nossa força”, pontua.

O treinador conclui: “Vamos manter mentalidade de vitória com que jogamos sempre, em especial no Moisés, e fazer de tudo para no final termos alegria. Temos total respeito ao oponente, mas temos nossa ambição e queremos dar uma arrancada. Então o melhor comportamento é fazer o que a gente já vem fazendo dentro de casa, sabendo que o adversário tem pontos fortes que temos que saber neutralizar. Vamos entrar com sentimento, gana e vontade de vencer.”

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