Zagueiro Thiagão fala que estar entre os titulares da Macaca é uma honra que foi conquistada com muito trabalho, e promete muito mais com a camisa do time

Foto:PontePress/ÁlvaroJr

Com 19 anos de idade e desde os 14 anos na Ponte Preta, o zagueiro Thiago Lopes – ou Thiagão, como era conhecido na Base alvinegra – teve a primeira chance no time titular da Macaca recentemente e agarrou a oportunidade. Nos últimos dois jogos na série B, ele atuou como titular e teve um ótimo desempenho, bem como inúmeros elogios da imprensa especializada.  No que depender dele, mais elogios virão.

“Podem esperar de mim muita raça, vontade e dedicação, isso nunca vai faltar: sempre honrarei a camisa da Ponte Preta”, diz.  Nascido em Cocos, na Bahia, o jogador de 1m83 conta que, como inúmeras crianças, começou no futebol por pura diversão e acabou ganhando gosto pelo esporte.

“Comecei com 11 anos, mais por brincadeira. O tempo foi passando, fui aprendendo cada vez mais e meu treinador, chamado Kiko, começou a pegar no meu pé, arrumou clube, me apoiou muito, não só ele como minha família. Vim pra Ponte no momento certo, fui muito bem acolhido pelo clube e hoje estou aqui”, afirma.

Para Thiagão, poder vestir a camisa alvinegra é consequência direta de muita aplicação. “Para mim é uma honra estar aqui, aprendendo muito.  É fruto do trabalho, Deus abençoa quem trabalha.  Na pandemia, mesmo sem jogo, me preparei bastante, sabia que ia ter oportunidade no futebol. Agora estou agarrando minha oportunidade, quero focar mais ainda, manter o que já conquistei e evoluir, sempre querendo mais”, enfatiza.

Questionado se pode jogar em ambos os lados da zaga, caso seja necessário, o defensor não se esquiva ao desafio. “Minha preferência é pela direita, mas se o professor precisar, pode me colocar de zagueiro na esquerda, de lateral, de volante. Estou preparado e pronto para ajudar onde for preciso”, diz.

Por falar em ajudar, o atleta acredita que o VAR, que passará a ser utilizado agora no returno da série B, poderá auxiliar a equipe, porém o principal é o desempenho do time. “Acho que o VAR vai ajudar a gente, porque no primeiro turno perdemos muitos pontos por erros de arbitragem, se tivesse VAR estaríamos numa posição melhor. Mas temos que trabalhar e fazer nossa parte em campo, até porque Deus abençoa quem trabalha”, acredita.

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