Fábio Sanches lembra de duas vezes em que esteve em times que estavam no Z4 e conquistaram acesso: “Isso é para acreditar e ver que é possível, temos que continuar acreditando para vencer e sair da situação em que estamos”

Foto:PontePress/ÁlvaroJr

Não, não é fácil. Exige muito trabalho e dedicação. Mas é possível sair da zona de rebaixamento estando nela já no final do segundo turno e mudar tudo no segundo? Sim, é. E o zagueiro Fábio Sanches sabe disso, afinal ele já superou situações exatamente assim não apenas uma, mas duas vezes.

“No Goiás em 2018 começamos o campeonato na zona de rebaixamento e ficamos por dez rodadas, até encaixarmos algumas vitórias, uma sequência boa, e subimos. Também antes, em 2016 no Avaí, viramos o primeiro turno na zona e ao fim do campeonato terminamos em segundo lugar. Isso é para acreditar e ver que é possível, nem sempre quem está lá embaixo no primeiro turno cai, nem quem está lá em cima sobe.  Temos que continuar acreditando para vencer e sair da situação em que estamos”, diz o defensor.

Fábio Sanches fala sobre a correção de rumo que entende ser necessária. “O que vem acontecendo em diversos jogos é que entramos muito bem na partida, comandamos o jogo e no melhor momento sofremos um gol. É uma ducha de água fria e sentimos o baque, daí fica um pouco mais difícil correr atrás. Precisamos corrigir isso. O jeito que iniciamos está sendo bom, mas precisamos de uma regularidade maior pra não sofrer gols, até porque série B é isso, jogos apertados, às vezes segurar um empate até o final, ganhar por um gol”, afirma.

Ele enfatiza que é fundamental que os atletas mantenham a cabeça fria e a certeza de que o melhor está porvir. “A parte mais difícil quando se passa por isso, muitas vezes, é não se abater, não desanimar. Apor isso a gente vem conversando muito e destaca que é continuar acreditando. Temos boa equipe, bons jogadores, fizemos bons jogos, então a mentalidade tem que ser que a chave vai virar e vamos sair dessa situação”, enfatiza.

Em relação ao jogo contra o Botafogo, o atleta comenta o gol contra e conclui fazendo uma análise do confronto. “Estava perto, foi um lance rápido onde os jogadores têm que fazer uma decisão, tomar uma escolha. Foi uma fatalidade, pode jogar mais vários jogos que não vai acontecer, mas estou certo que não vai abalar nenhum dos envolvidos, é uma situação eu acontece. Entramos em campo com o time bem montado e perdemos mais por falhas nossas que mérito deles, mas isso não nos abala: temos dois jogos em casa , confrontos diretos no qual precisamos fazer nosso dever de casa e faremos isso”, finaliza.

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