Moreno anseia por regularidade no Brasileiro e enfatiza: “A Ponte Preta sempre entra forte na Série B e vamos buscar o acesso do início ao fim da competição”

Foto:PontePress/ÁlvaroJr

Com o Campeonato Paulista e o Troféu do Interior encerrado, a Ponte Preta agora se volta totalmente ao Campeonato Brasileiro da série B, no qual estreia na manhã do dia 30 contra o Brusque, em Santa Catarina. Para o técnico Fábio Moreno, o foco agora é trabalhar para melhorar o que já apresentou de bom neste ano e eliminar erros que aconteceram, de modo a estar pronto pela luta pela vaga na série A de 2022.

“A Ponte Preta sempre entra sempre forte na Série B e vamos buscar o acesso do início ao fim da competição.Não faltarão luta, caráter e empenho para sermos um time que vai buscar o acesso do início ao fim da competição. O caminho está sendo traçado, e a gente acredita muito que pode render frutos à Ponte”, afirma o treinador alvinegro.

Comparando o Paulistão deste 2021 com a de 2020, ainda que desta vez não tenha avançado para a segunda fase (em vez disso, chegou às finais do Interior), a Macaca fez o mesmo número de pontos (13) na etapa inicial de ambos os anos. E, em 2021, não correu nenhum risco de rebaixamento na Competição – apesar de todos os obstáculos enfrentados, entre eles um surto de Covid-19 que atingiu mais de 30 pessoas, entre atletas, comissão e funcionários.

A inconstância da equipe, porém, foi um dos problemas que afetou o desempenho alvinegro. “Precisávamos ter uma regularidade maior e a gente não conseguiu. Por isso estamos fazendo nossos levantamentos, nossas revisões para ver o que fazer de diferente e melhor na Série B. A gente entra com o objetivo de buscar o acesso e esperamos ainda alguns reforços, porque toda ajuda é bem-vinda numa campanha dura que teremos pela frente”, diz.

Sobre o vice-campeonato no Troféu do Interior, o treinador faz algumas ponderações. “É inegável que tomar gol no começo de um jogo, como aconteceu, é  prejudicial. Não brigo contra fatos. É uma coisa que precisa ser corrigida e o maior interessado nisso sou eu. A gente procura fazer um vestiário forte, para que os atletas entrem empenhados, eles também querem ao máximo, mas é um momento de tomada de decisão que o adversário castiga a gente com um gol no começo, e aí é preciso rever todo planejamento. E isso tem atrapalhado a nossa produção”, pontua.

Ele completa: “Não é a primeira vez que a gente sofre um gol no começo por uma falha de posicionamento, por falta de combatividade. É preciso reforçar o sistema defensivo para que a gente não sofra dessa maneira. Porém, nem quando vence está tudo bem, nem quando perde está tudo errado. Precisa ter bom senso e equilíbrio para analisar a situação de forma mais ampla.  A gente precisa ter um aproveitamento melhor ofensivo e precisa ser mais seguro defensivamente.”

O treinador conclui reforçando que acredita na Macaca. “A gente teve bons momentos nesse campeonato, que conseguiu fazer e executar o que a gente planeja, como as vitórias no Dérbi e contra o Santos.  Tivemos momentos em que conseguimos propor o jogo, sermos reativos no momento certo. Então vamos buscar os ajustes, porque não é terra arrasada. Não é por causa de um jogo que vamos jogar todo o trabalho fora”, finaliza.

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