Trabalho em equipe: Sandro Forner valoriza jogadores, diretoria, comissão técnica e o técnico Fábio Moreno pela vitória no dérbi

Foto:PontePress/ÁlvaroJr

A união faz a força. Por isso mesmo, o auxiliar técnico Sandro Forner –  que comandou do banco a Macaca na vitória por 3 a 1 no dérbi de ontem – faz questão de valorizar a força que vem de todo o grupo pontepretano quando fala do 199º clássico disputado pela Ponte Preta. Na opinião dele, o bom desempenho é fruto tanto do empenho em conjunto de todos (jogadores, diretoria, comissão técnica e, claro, do próprio Moreno) como de um trabalho que vem sendo desenvolvido desde o início do ano.

“A preparação vem desde o começo do ano, vínhamos treinando, o Fábio já colocou as idéias desde lá de trás, o trabalho de variação tática, por exemplo, precisa de um tempo para ser assimilado.  Lógico que em alguns jogos as coisas não acontecem, mas fomos felizes ontem dentro do que queríamos e destaco os jogadores  neste sentido. São eles que executam as idéias e fizeram isso muito bem. Ainda mais vindo de três derrotas, jogar o clássico emocionalmente é muito difícil, então temos que valorizar ainda mais a vitória”, pontua.

O treinador reitera que a integração entre elenco, comissão e diretoria é fundamental e, questionado sobre a ausência de Moreno no banco, faz questão de expressar que ela foi apenas física, uma vez que as idéias e estratégias que possibilitaram a vitória partem do comandante alvinegro. “A comissão trabalha em conjunto, sempre seguindo o que determina do treinador, é ele que está ali na frente. Aliás, quero parabenizar o Fábio por mais um bom resultado no dérbi”, diz Forner, lembrando que Moreno está omnvicto nos clássicos, com duas vitórias e um empate.

Análise da partida

Sandro Forner fala um pouco sobre o que viu em campo na noite de ontem no Majestoso. “Fizemos um jogo bom em ambas as etapas, tivemos controle quase total, ainda que em alguns momentos errássemos alguns passes, possibilitando que o Guarani contra-atacasse, que era a proposta deles e sabíamos disso.  Mas no geral conseguimos controlar bem. No segundo tempo, com a vantagem, mesmo tomando gol surgido num escanteio nosso, conseguimos ampliar rápido e as coisas ficaram melhores ainda”, afirma.

O treinador explica que o toque e a posse de bola (a Ponte teve 70%) foram parte importante da estratégia alvinegra, mesmo sem que a porcentagem maior se traduzisse em mais conclusões.  “A gente sabia que se perdesse a bola na primeira saída teria dificuldade porque  o adversário consegue recuperar e imprimir velocidade, a maioria dos gols deles sai assim. Por isso a ideia de trocar passes, por mais que não concluíssemos, para provocar um desgaste neles para nos marcarem e não nos deixarem progredir. Isso nos deu posse e controle do jogo”, avalia.

Perguntado sobre alguma suposta falta de empenho do oponente, Forner é imperativo. “Eles tiveram estratégia e as pessoas tem de saber que sempre tem um adversário do outro lado. Não podemos achar que quando ganhamos é porque o outro não foi bem ou não está comprometido. Acredito que temos que valorizar o que  nós temos de bom: fomos melhores no dérbi, por isso vencemos.”

Forner também responde em relação ao fato de Paulo Sérgio ser o não o “batedor oficial” de pênaltis do time, uma vez que o atleta chamou a responsabilidade na cobrança e deixou o primeiro gol dele, com classe, no fundo das redes adversárias. “O Paulo Sérgio é um goleador, foi o segundo artilheiro do Brasil na temporada passada e está aqui por isso. Ele estava nima fase em fazer gols , mas nunca deixou de treinar a cobrança de pênaltis, inclusive. O Fabinho sempre deixa duas, três opções de cobradores e o jogador que estiver se sentindo melhor é quem bate”, explica.

O treinador finaliza:  “É lógico que ganhar um clássico, com a importância que tem, nos anima bastante. Mas não vamos parar o trabalho porque ganhamos esse jogo. Temos que ver os para corrigir e evitar que aconteçam de novo. Nós, da comissão, sempre analisamos o que acontece nas partidas, sabemos os problemas que temos, onde precisamos melhorar, dar ferramentas aos atletas para isso. Mas nunca faltou – nem vai faltar – luta, treinamento, preparação.”

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