Moreno ressalta a importância da vitória da madrugada desta sexta (23) e destaca: “Agora vamos jogar em casa e temos um estilo de jogo que vai incomodar nossos adversários no Majestoso”

Foto:PontePress/DiegoAlmeida

Além de ter sido a primeira vez na história doPaulista em que a Ponte venceu o São Caetano na casa do adversário, a vitória por 2 a 1 ocorrida nesta  sexta (já que a partida começou às 22hh15 e terminou na madrugada de hoje) colocou a Ponte Preta em definitivo na luta pela vaga para a próxima fase. Se a Ferroviária empatar ou perder para o Red Bull Bragantino no domingo, uma vitória da Ponte contra a Inter de Limeira na segunda-feira deixa o time do técnico Fábio Moreno isolado na segunda posição do grupo B.  

E, para garantir que mais três pontos venham na semana que vem, Moreno conta com um “reforço” a mais, o fator casa: dos sete jogos que a Ponte realizou no Paulista até o momento, apenas dois foram no Majestoso – a goleada contra o Santos e a derrota contra o Santo André, ainda no comecinho do Paulistão, quando o time ainda começava a criar um padrão de jogo. “Temos um estilo de jogo que vai incomodar nossos adversários em casa. É uma sequência dura, mas contra vamos ter dois jogos dentro de casa –contra Inter e Mirassol – e espero que o time renda mais e melhor”, afirma o treinador.

Ele ressalta que a Ponte é e continuará a ser um time que procura propor o jogo. “Já fui criticado por gostar de posse de bola, circular a bola, por fazer saída com toque de bola, mas a  gente possuí jogadores para fazer isso e estamos em um processo de evolução. Hoje foi difícil, com um gramado pesado que dificulta a troca rápida de passes, prende a própria condução de bola. É importante conquistar resultados para ganhar confiança e acredito que nessa sequência em Campinas o time se apresentará melhor tecnicamente, e vamos continuar brigando até o fim”, pontua.  

Ele reforça que os três pontos conquistados contra o São Caetano são fundamentais para que o objetivo da classificação seja conquistado. “Entendemos que o time pode evoluir, trabalhamos para isso, mas os atletas lutaram, mostraram honra, caráter e alegria de vestir a camisa. O resultado veio por tudo isso, eles lutaram e ralaram a bunda, como a torcida pede”, enfatiza.

Em relação a quem achava que seria “mais fácil” vencer o Azulão em casa (e não custa relembrar, esta foi a primeira vez que a Ponte fez isso na história do Campeonato Paulista),  Moreno lembra que não se pode esperar nenhuma facilidade em uma competição como o Paulistão. “Não existe partida fácil no campeonato. Eles estavam jogando todas as fichas contra o rebaixamento, vieram com tudo que tinham, também se esforçaram ao máximo. Partida só é fácil antes do jogo, na fala, porque do outro lado tem atletas profissionais que querem vencer a gente”, diz.

 

 

 

 

Moreno finaliza contando que, quando surgem as dificuldades, o time tem que se adaptar para melhorar de desempenho e vencer. Foi o que acontece, inclusive, nesta última rodada: minutos antes do gol decisivo de Moisés, aos 46 do segundo tempo, o técnico pediu para o atacante trocar de lado e isso tornou a vitória possível.

“Eles estava dobrando muito no Moisés pela esquerda. Por estratégia, então, achei melhor trocar de lado para causar esse desajuste na marcação. Eles demoraram para compreender a mudança e foi onde apareceu o espaço. Ele foi feliz, fazendo o que a gente pediu, de sair para os dois lados, dando essa variação, e garantiu nossa vitória”, conclui.

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