Moreno lamenta a eliminação, nos pênaltis, na Copa do Brasil: “A tristeza fica porque não conseguimos entregar aquilo que vínhamos produzindo no dia a dia,nos resta acreditar e trabalhar, porque a gente pode fazer mais e tenho certeza que na sequência a gente vai”

A eliminação na Copa do Brasil nos pênaltis, na noite de ontem (9), teve um gosto amargo para a Ponte Preta. O técnico Fábio Moreno não esconde a tristeza em virtude do mau resultado. “É muito difícil quando você trabalha, tem um resultado bom no dia a dia, só que não consegue transformar isso em um bom futebol na hora do jogo. Foi o que aconteceu ontem, não conseguimos transformar toda aquela semana e preparação em resultado. Então deixa a gente, os jogadores, bastante chateados”, diz

O treinador não se escora na ausência de ritmo para justificar o ocorrido. “É óbvio que a sequência foi perdida um pouco pela perda dos jogadores com Covid, mas isso não justifica em nada. A Ponte Preta é muito grande para nos apoiarmos em desculpas, assumimos a responsabilidade porque poderíamos ter feito muito mais, eu e os jogadores sabemos disso. A tristeza fica porque não conseguimos entregar aquilo que vínhamos produzindo no dia a dia”, reitera.

No entendimento de Moreno, a equipe precisava estar mais focada em campo. “Acho que nosso comportamento como equipe não foi satisfatório. Jogos decisivos assim pedem mais empenho, mais dedicação, mais concentração. Nós, como instituição, não estivemos no nosso melhor. Parecíamos um pouco acomodados em alguns momentos, pensando que faríamos o gol a hora que quiséssemos. E futebol não é assim. Futebol precisa de mais”, afirma.

O técnico faz uma análise sucinta do jogo. “A gente sabia que o Criciúma não iria se expor tanto no início do jogo, então adotou a estratégia de esperar os ajustes que pedi na volta do intervalo. No primeiro tempo, foram apenas cinco minutos bons, fazendo o que a gente propõe, e entendemos que melhoraria com os ajustes no intervalo. Com o gol, procuramos colocar gente descansada para continuar jogando um futebol mais para a frente”, diz.

Ele acrescenta: “Principalmente no primeiro tempo, a gente estava lento na troca de passes, nosso posicionamento não estava correto, o adversário conseguiu jogar confortável, não fizemos o que foi proposto. É assumir a bronca, o futebol que a gente apresentou foi muito pobre, nem de longe parecia que era o time que estava treinando. É um desgaste, é um abalo para o nosso planejamento. Todos entendemos que podemos fazer mais, capacidade nós temos. Somos homens suficientes para assumir os problemas que a gente enfrenta. Não há outra saída que não se recolher, lamber as feridas e buscar reagir em campo”, conclui.

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