Macaca joga na noite quinta-feira (8) em busca da vaga na terceira fase da Copa do Brasil e meia Camilo destaca que foco tem de ser total: “É um jogo de mata-mata, difícil e temos de respeitar o adversário, mas fazer um belo trabalho para sair com a classificação”

Foto:PontePress/DiegoAlmeida

Em meio à paralisação do Campeonato Paulista, a Ponte Preta segue se preparando com afinco para enfrentar o Criciúma, em partida válida pela segunda fase da Copa do Brasil, marcada para às 19 horas de quinta (8). Diferentemente da primeira partida, na qual a Ponte tinha a vantagem do empate, agora para conquistar a vaga será preciso vencer, seja no tempo normal ou nos pênaltis.

“É um jogo de muita responsabilidade. O Criciúma vem jogando o Catarinense e em termos de ritmo de jogo estão um pouco adiante de nós, porque o Paulistão foi paralisado. Acredito trabalho e espero que isso não nos afete, pois nossa equipe trabalha bastante e esperamos passar por cima do obstáculo da falta de ritmo. Estamos nos dedicando pra fazer um grande jogo e trazer para casa a conquista da vaga para próxima etapa”, diz o meia Camilo.

O adversário da Macaca vive uma fase complicada. A última vitória da equipe sulista foi no dia 11 de outubro de 2020, pela primeira fase da Série C do Campeonato Brasileiro. Desde então, foram 15 partidas sem vencer, com seis derrotas e nove empates. O time é o lanterna do Catarinense e demitiu o técnico Hemerson Maria durante a semana. Questionado sobre esta situação, Camilo alerta para o fato de que a Ponte Preta tem que fazer a parte dela independentemente do momento do adversário e para isso é preciso 100% de foco na partida.

“Mesmo levando em consideração a questão emocional deles, em função dos últimos resultados, é um jogo de mata-mata, difícil. Temos de respeitar o adversário e fazer um belo trabalho para sair com a classificação”, afirma o camisa 10.

Covid

Um dos 18 atletas pontepretanos a ter sido infectado por Covid-19 na temporada, Camilo fala sobre o episódio. “Fiquei uns dois, três dias com sintomas que me dificultaram um pouco. E a adaptação é sempre complicada depois que você da Covid, alguns pegam mais forte, outros menos, mas a primeira semana de adaptação quando você volta é difícil, depois é mais suave. Agora, com 20 dias de preparação, me sinto bem e tranqüilo”, afirma.

O atleta conta que é difícil precisar se, depois de tudo o que enfrentou, estará apto a jogar toda a partida na quinta-feira. Por outro lado, conta Camilo, o período sem jogos no Paulista possibilitou mais tempo de trabalho para que ele e os colegas de elenco se preparassem – vale lembrar que a Ponte completou nesta semana a quinta bateria de exames seguida contra Covid19 na qual nenhum resultado veio positivo.

“Não tem como falar sobre 90 minutos agora, estou praticamente um mês e dez dias sem competir em alto nível e vamos ver com o decorrer das partidas como eu vou me saindo. Mas pelos treinamentos estou me sentindo bem, treinando forte e acabou sendo um ponto positivo o fato de que tivemos mais tempo de preparação, então espero que possa suportar bem as partidas. Particularmente aproveitei esse período para evoluir no treinamento físico e no trabalho tático do Fábio Moreno, assimilamos bem as atividades e agora, que estamos pertinho de voltar a campo, queremos fazer um grande jogo contra o Criciúma”, conclui.

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